Publicado 13/01/2026 08:15

Almonte levanta um atestado notarial para "evidenciar" os danos causados pela tempestade nas zonas com menos areia de Matalascañas.

Imagem dos graves danos causados pela tempestade que assolou Matalascañas (Huelva). A 7 de janeiro de 2026, em Matalascañas, Huelva (Andaluzia, Espanha). O presidente da Câmara Municipal de Almonte (Huelva), Francisco Bella, convocou reuniões “urgentes” c
Rocío Ruz - Europa Press

ALMONTE (HUELVA), 13 (EUROPA PRESS) A Câmara Municipal de Almonte (Huelva) elaborou uma ata notarial para “evidenciar” e “deixar constância fiel” dos efeitos da última tempestade no passeio marítimo nas zonas “sem a quantidade adequada de areia”.

Assim o indicou a Câmara Municipal em uma publicação realizada nas suas redes sociais, consultada pela Europa Press, na qual afirma que a ata “comprova que nas zonas onde não existia a quantidade adequada de areia, a tempestade causou graves danos no calçadão marítimo”, bem como que “nas zonas onde havia areia, o calçadão não sofreu danos”.

Essa documentação, segundo a prefeitura, “servirá como prova jurídica em uma reclamação de responsabilidade patrimonial, ao demonstrar a relação direta entre a ausência de areia e os danos causados”.

Precisamente, em uma nota emitida na última segunda-feira, a prefeitura de Almonte declarou que “adotará as decisões que considerar necessárias” e advertiu que, “na ausência de apoio estatal”, estudará o pedido de responsabilidade patrimonial pelos meios legais correspondentes, “sem renunciar, ao mesmo tempo, a buscar soluções que permitam agir com a maior rapidez possível”.

O objetivo, acrescentou, é “garantir” uma solução que “responda” tanto à “segurança dos imóveis” dos vizinhos como à “continuidade da atividade econômica dos empresários, minimizando o impacto social e econômico desta situação”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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