Carlos Luján - Europa Press
MADRID 4 set. (EUROPA PRESS) -
O prefeito de Madri, José Luis Martínez-Almeida, declarou que não gosta de manifestações em frente a centros para menores desacompanhados, algo que ele deixou claro que "não é incompatível" com o fato de considerar "intolerável que o governo espanhol ainda não tenha realizado a repatriação dos 37 'menas' que foram solicitados pela Comunidade de Madri como resultado das infrações que cometeram".
"Tenho a coragem, apesar de ser chamado de autoconsciente, de dizer que me parece que um protesto é perfeitamente legítimo, mas que essa proposta, na minha opinião, não deve ser feita na porta do centro de 'menas' e tudo isso dizendo que também me parece intolerável que o governo espanhol continue a negligenciar suas funções e não repatrie esses menores", disse ele na conferência de imprensa após o Conselho de Administração, a primeira do ano político.
O prefeito entende que "obviamente uma agressão sexual gera um alarme social que não pode ser apaziguado, como a Delegação do Governo está fazendo no momento", e acrescentou que "também não é apropriado apontar continuamente o dedo e estigmatizar um determinado grupo".
"Não tenho nenhum problema, mesmo que me chamem de autoconsciente, em dizer que não gosto das manifestações nas portas dos centros, em dizer que há 37 'menas' que, na minha opinião, já deveriam ter sido repatriados pelo governo espanhol", resumiu.
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