Publicado 24/03/2025 07:55

Almeida acusa Sánchez de mentir e de ser um "médico com fraude" por no convocar eleies mesmo que no obtenha as PGEs.

O prefeito de Madri, José Luis Martínez-Almeida, atende  imprensa durante uma visita  nova sede da Agncia de Emprego de Madri, na Agncia de Proximidade de Puente de Vallecas, em 19 de maro de 2025, em Madri (Espanha).
Gustavo Valiente - Europa Press

MADRID 24 mar. (EUROPA PRESS) -

O prefeito de Madri, José Luis Martínez-Almeida, acusou mais uma vez o presidente do governo, Pedro Sánchez, de mentir e chegou a descrev-lo como um "médico com fraude" por no convocar eleies apesar de no apresentar um Oramento Geral do Estado (PGE) e deu a Alemanha como exemplo de ao responsável para alcanar a estabilidade no país.

"Parece que Pedro Sánchez mudou de ideia novamente, ou seja, ele mentiu para todos os espanhóis novamente, porque em 2018 ele disse que haveria oramentos ou eleies. Nós nos perguntamos por que no há eleies agora, se depois de 2024 e 2025 no haverá oramentos", disse ele ao deixar o café da manh da Europa Press, organizado pela presidente regional, Isabel Díaz Ayuso.

Ele também acredita que Sánchez está mentindo quando o socialista se refere estabilidade do país. "A melhor prova é o que aconteceu na Alemanha, onde eles tm um governo mais estável após as eleies do que o anterior, portanto no há problema em ir s eleies e dar voz ao povo espanhol", disse ele.

Almeida no v nada mais do que "uma luta desesperada para se agarrar ao poder" por parte de Sánchez, "custe o que custar, judicialmente cercado pela corrupo em sua esfera pessoal, familiar e política mais próxima e, portanto, com a inteno de se segurar como puder para tentar lidar com o vendaval de corrupo que o assola desde a Moncloa".

NO ACREDITA QUE MAZÓN TENHA QUE RENUNCIAR AGORA

O prefeito acusou Sánchez de ser "doutor cum laude" em mentir, bem como "cum fraude", como um "exercício de sobrevivncia na política". "Entendo o desespero de um governo da Espanha que fugiu de Valncia, comparado a um governo de Valncia que, neste momento, conseguiu aprovar um oramento", comparou Sánchez ao presidente valenciano, Carlos Mazón.

"No acho que a pessoa que está apresentando um oramento no pior momento para que Valncia enfrente a reconstruo no esteja exatamente no momento certo para renunciar. Acho que quem no apresenta oramentos na Espanha e tem que falar de Valncia para no falar de si mesmo é quem tem que renunciar, sinceramente", disse ele. "Mazón está em Valncia, ele sai s ruas, e Pedro Sánchez no tem oramentos nem sai s ruas. Portanto, menos lies do Sr. Sánchez para o Sr. Mazón", pediu.

Além disso, ele considerou que "no ressoa mais" entre os cidados o fato de o PP ser acusado de supostos sacrifícios para chegar frente no governo, como aconteceu com Mazón agora com seu pacto com a Vox ou como aconteceu com ele na investidura do mandato anterior ou com o presidente Ayuso.

"Isso no repercute mais entre os espanhóis porque eles sabem que o PP no cede princípios e no permite que as linhas vermelhas sejam ultrapassadas. No somos nós que concedemos anistias, no somos nós que fazemos cancelamentos de dívidas la carte", censurou a esquerda.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado