BERLIM 11 jun. (DPA/EP) -
O governo alemão descartou a possibilidade de se juntar à lista de países que sancionaram os ministros israelenses de ultradireita Bezalel Smotrich e Itamar Ben Gvir, apesar de nas últimas semanas ter endurecido sua posição contra o governo de Benjamin Netanyahu.
Um dia depois que o Reino Unido, a Austrália, o Canadá, a Nova Zelândia e a Noruega colocaram os dois ministros em suas respectivas listas negras, um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Alemanha disse que Berlim geralmente se atém às listas de sanções acordadas por unanimidade na União Europeia.
"É claro que tomamos nota da decisão tomada na terça-feira por alguns de nossos parceiros internacionais", explicou o porta-voz, que, no entanto, expressou o apoio claro do governo de Friedrich Merz às sanções da UE contra os colonos israelenses na Cisjordânia.
Nesse sentido, ele alegou que esse movimento radical viola os direitos humanos e, com suas ações em favor da expansão, favorece a violação do direito internacional. Ele também prejudica a perspectiva de alcançar a chamada solução de dois Estados, segundo a qual a Palestina poderia ter um Estado próprio.
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