Publicado 08/02/2026 05:31

Albiach (Comuns) critica o Governo por “não ter sabido fazer valer a sua autoridade” em relação à Rodalies.

A líder do Comuns no Parlamento, Jéssica Albiach, dá uma entrevista coletiva após se reunir com o presidente da Generalitat para discutir o acordo de financiamento, em 9 de janeiro de 2026, em Barcelona, Catalunha (Espanha). O presidente da Generalitat, S
David Zorrakino - Europa Press

Afirma que o executivo “tem demasiado medo da conflituosidade social” BARCELONA 8 fev. (EUROPA PRESS) -

A presidente dos Comuns no Parlamento, Jéssica Albiach, criticou o Governo por “não ter sabido fazer valer sua autoridade” em relação à situação da Rodalies e, segundo ela, ter cometido erros graves de comunicação, textualmente.

“Não teve nem a primeira nem a última palavra”, insistiu em entrevista concedida ao El Periódico de Catalunya, divulgada pela Europa Press neste domingo. “A situação da Rodalies não é nova, mas agora explodiu em sua máxima expressão. São anos de desinvestimento, de falta de execução, de priorizar a alta velocidade, de propor a ampliação do aeroporto, e não de como reforçar o trem que a maioria usa”, resumiu.

Assim, pediu que “todas as equipes de manutenção que existem de forma extraordinária permaneçam de forma permanente” e que o Pacte Nacional pel Transport Públic (Pacto Nacional pelo Transporte Público) seja integrado por especialistas, agentes sociais e econômicos, partidos políticos, Governo e plataformas de usuários, e que sejam realizadas reuniões periódicas.

Além disso, afirmou que é necessário “aspirar à transferência total” da gestão da Rodalies porque, na sua opinião, a separação entre a Renfe e a Adif está a falhar e gera mais inconvenientes do que vantagens, textualmente.

Sobre a conselheira de Território, Habitação e Transição Ecológica, Sílvia Paneque, afirmou que “onde é preciso pedir demissões, sem dúvida, é do outro lado do Ebro”, embora tenha assinalado que o departamento de Paneque é, nas suas palavras, uma macroestrutura que não é funcional, pelo que solicita que a habitação tenha uma conselheira própria. ORÇAMENTOS

Questionada sobre o início das negociações orçamentais, apelou a ações contundentes e assegurou que “o Governo tem demasiado medo da conflituosidade social”, pelo que, diz, está a ser difícil cumprir os acordos. Referiu-se também à proposta dos Comuns para limitar as compras especulativas de habitação: “O Governo compreende o problema e transmite-nos que quer fazer algo. Já temos um relatório que diz que isso é possível e agora teremos outro que esperamos que vá na mesma direção”, afirmou. Em matéria de habitação, disse que o Governo “tem que construir”, mas, entretanto, segundo ela, é preciso regular os preços e duplicar os auxílios ao aluguel, além de reabilitar habitações porque, afirma, há bairros na Catalunha que estão literalmente a cair aos pedaços.

Nesse sentido, sobre a lei dos bairros, explicou que uma das condições dos Comuns é passar de 20 para 40 bairros reabilitados e acrescentou que o Governo deve agir “de ofício” em apartamentos em mau estado, a fim de os incorporar no parque de habitação protegida.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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