Publicado 09/07/2026 06:04

Albares eleva para 40 o número de espanhóis mortos na Venezuela e mantém em 138 o número de desaparecidos

5 de julho de 2026, Caraballeda, Venezuela (República Bolivariana da: NOTA DO EDITOR: Estas imagens contêm conteúdo explícito, incluindo vítimas falecidas. Recomenda-se discrição ao espectador. CARABALLEDA, LA GUAIRA, VENEZUELA — 5 DE JULHO DE 2026: Equip
Laura De Chiclana/Jna Press / Zuma Press / Europa

MADRID 9 jul. (EUROPA PRESS) -

O ministro das Relações Exteriores, Cooperação e União Europeia, José Manuel Albares, elevou nesta quinta-feira o número de espanhóis mortos após o duplo terremoto na Venezuela para 40, quatro a mais do que na última atualização fornecida pelo Ministério na manhã desta quarta-feira.

Em entrevista ao programa “La Mirada Crítica”, da “Telecinco”, divulgada pela Europa Press, o ministro das Relações Exteriores confirmou também que o número de desaparecidos permanece em 138 e que os espanhóis localizados sob os escombros continuam sendo 11.

Albares transmitiu suas condolências aos amigos e familiares dos espanhóis falecidos e lembrou que a equipe da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (AECID) e o hospital de campanha estão “totalmente mobilizados” na Venezuela.

O ministro destacou que esse centro de saúde atende cerca de 220 pessoas por dia e que possui “capacidade cirúrgica”. Além disso, Albares reiterou o apoio psicológico que os profissionais estão prestando nesse hospital. “Estaremos ao lado do povo irmão da Venezuela pelo tempo que for necessário”, acrescentou.

O GOVERNO VENEZUELANO AFIRMA QUE HÁ, NO TOTAL, MAIS DE 3.800 MORTOS

Por sua vez, o presidente da Assembleia Nacional venezuelana, Jorge Rodríguez, informou nesta quinta-feira, em coletiva de imprensa, que são, especificamente, 3.811 as pessoas que perderam a vida em consequência dos referidos terremotos — 126 a mais em relação ao balanço anterior— e que 16.740 pessoas ficaram feridas após os terremotos de magnitude 7,5 e 7,2 na escala de Richter ocorridos no final do mês de junho passado, que também causaram danos significativos em 856 edifícios, dos quais 190 desabaram.

Entre as vítimas, estão 17.907 pessoas que perderam suas moradias ou cujas residências sofreram danos “muito graves”, segundo as autoridades do país, que informaram ainda ter prestado assistência a 86.794 famílias, resgatado 6.462 pessoas e distribuído mais de 9.603 toneladas de alimentos.

Neste momento, estão mobilizados 4.388 socorristas internacionais e 30.076 profissionais para lidar com os estragos causados pelos fortes tremores, aos quais se seguiram 1.102 réplicas, de acordo com o último boletim oficial de Caracas.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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