Publicado 07/07/2026 04:48

Albares anuncia que, nesta terça-feira, chegará ao aeroporto de Barajas um avião vindo da Venezuela com 59 espanhóis repatriados

2 de julho de 2026, Venezuela, La Guaira: Equipes de emergência, profissionais de assistência humanitária e voluntários realizam operações de busca, resgate e socorro em Playa Grande, La Guaira, após os fortes terremotos que atingiram a Venezuela. De acor
Laura De Chiclana/Jna Press/Nexp / DPA

MADRID 7 jul. (EUROPA PRESS) -

O ministro das Relações Exteriores, Cooperação e União Europeia, José Manuel Albares, anunciou que nesta terça-feira chegará ao aeroporto Adolfo Suárez, em Madri, um novo voo de repatriação proveniente da Venezuela com 78 pessoas, das quais 59 são espanhóis, após o duplo terremoto que abalou o país no último dia 25 de junho e que já deixou mais de 3.500 mortos.

Em entrevista ao programa “Las mañanas de RNE”, divulgada pela Europa Press, Albares explicou que, além de espanhóis, viajarão nesse avião venezuelanos, portugueses, italianos, belgas, franceses e pessoas provenientes do Reino Unido.

O ministro das Relações Exteriores também lembrou que a Espanha está presente na Venezuela com um hospital de campanha que já está em funcionamento há três dias e que atende uma média diária de 200 pessoas “em todas as especialidades médicas”.

Além disso, o ministro destacou que as equipes de resgate espanholas “estão no local até o último minuto” com os cães de resgate e que tanto a embaixada quanto o consulado e a unidade de crise estão operacionais para atender todos os espanhóis.

José Manuel Albares afirmou que a Espanha estará presente na “nova etapa de reconstrução” da Venezuela, embora “ainda se esteja tentando encontrar alguém com vida”. Sobre isso, o ministro lembrou que é um trabalho que “começa a ser difícil”, mas que “enquanto houver esperança”, essas tarefas de busca continuarão.

BLOQUEIO DO PP NO SENADO AO TRATADO DE AMIZADE COM A FRANÇA

Questionado sobre a votação desta quinta-feira no Senado, onde o PP detém maioria absoluta, sobre o Tratado de Amizade e Cooperação com a França, o ministro insistiu que “não há motivo algum” para que o PP rejeite o acordo.

Os “populares” iniciaram na Câmara Alta um debate sobre a inconstitucionalidade do tratado entre os dois países, o que o ministro qualificou de “atropélia histórica”. “O que eles fazem é ir contra os espanhóis e contra seus interesses”, criticou o ministro das Relações Exteriores.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contador

Contenido patrocinado