Publicado 22/04/2026 19:24

Albares afirma que "não pode ser" que a UE não tenha dito "absolutamente nada" contra os ataques de Israel no Líbano

O ministro dos Negócios Estrangeiros, da União Europeia e da Cooperação, José Manuel Albares, participa da inauguração da exposição “Tiempo Juntos. 20 anos da Casa Árabe e da amizade entre a Espanha e o mundo árabe”, em 15 de abril de 2026, em Madri (Espa
Ricardo Rubio - Europa Press

MADRID 23 abr. (EUROPA PRESS) -

O ministro das Relações Exteriores, União Europeia e Cooperação, José Manuel Albares, afirmou que “não pode ser” que a Europa não diga “absolutamente nada” contra os ataques de Israel no Líbano e alertou que a União Europeia (UE) deve dar um “sinal político forte”.

“Não pode ser que a Europa, que tem de defender os direitos humanos, o direito internacional, e que também tem de se somar aos esforços de paz, não diga nada”, defendeu o ministro das Relações Exteriores nesta quarta-feira em uma entrevista à 'LaSexta', divulgada pela Europa Press.

Declarações essas que surgem depois que, nesta terça-feira, a UE rejeitou romper o Acordo de Associação com Israel, como defende o Governo da Espanha. Albares garantiu que a iniciativa não prosperou porque é necessária a unanimidade dos Vinte e Sete e destacou que onze países se manifestaram a favor de “tomar alguma medida imediatamente”.

Nesse sentido, ele sustentou que a intenção era “iniciar um processo” e um “diálogo”, e afirmou que a Espanha “nunca havia assumido uma posição global” como a atual, “liderando” a rejeição às ações militares de Israel, como fez com Gaza, com a “guerra ilegal no Irã” e dizendo agora ao Estado hebreu que “deve recorrer à diplomacia e não à guerra”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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