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MADRID 23 mar. (EUROPA PRESS) -
O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi, reiterou nesta segunda-feira que nenhuma ação deve colocar em risco a integridade física e a segurança das usinas nucleares ou de seu pessoal, após “informações” preocupantes sobre a atividade militar nas proximidades da usina nuclear iraniana de Bushehr, construída por Moscou.
“Após as recentes informações preocupantes sobre atividade militar nas proximidades da usina nuclear de Bushehr, em operação no Irã, o diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, manteve uma conversa por telefone e recebeu informações atualizadas do diretor-geral da Rosatom, (Alexei) Lijachev”, indicou a agência da ONU em uma mensagem divulgada nas redes sociais.
Grossi lembrou que o pessoal das usinas nucleares “deve poder desempenhar seu trabalho vital em condições seguras” depois que um projétil atingiu perto do reator da referida usina em meio à ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o país asiático, iniciada no último dia 28 de fevereiro.
O porta-voz do Kremlin, Dimitri Peskov, alertou os Estados Unidos nesta mesma segunda-feira sobre o risco que representa atacar usinas nucleares no Irã. A AIEA confirmou na última quarta-feira a destruição de uma estrutura localizada a 350 metros do reator.
O Irã confirmou em seu último balanço mais de 1.500 mortos pela ofensiva de Israel e dos Estados Unidos — incluindo 210 crianças —, embora a organização não governamental Human Rights Activists in Iran, com sede nos Estados Unidos, tenha elevado o número de mortos para mais de 3.000.
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