Publicado 27/03/2026 16:21

A AIEA indica que não houve aumento nos níveis de radiação após o ataque israelense a uma usina de urânio no Irã

RÚSSIA, MOSCOU - 13 DE MARÇO DE 2026: O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi, conversa com jornalistas após consultas entre a Rússia e a AIEA
Europa Press/Contacto/Yevgeny Messman

MADRID 27 mar. (EUROPA PRESS) -

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), liderada por Rafael Grossi, informou nesta sexta-feira que não foi registrado aumento nos níveis de radiação após o ataque de Israel contra a usina de produção de óxido de urânio concentrado, conhecida coloquialmente como “torta amarela”, localizada na província iraniana de Yazd.

“O Irã informou à AIEA que a fábrica de produção de óxido de urânio concentrado Shahid Rezayee Nejad, localizada na província de Yazd (também conhecida como Ardakan), foi atacada hoje. Não foi relatado um aumento nos níveis de radiação fora das instalações”, assinalou o órgão em uma mensagem divulgada em suas redes sociais.

A AIEA indicou também que já está investigando o incidente. “O diretor-geral, Rafael Grossi, reitera seu apelo à moderação para evitar qualquer risco de acidente nuclear”, afirmou, sem dar mais detalhes a respeito.

O ataque, somado a outro registrado no complexo de água pesada na província iraniana de Arak, ocorre depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma prorrogação da suspensão dos ataques contra usinas de energia do Irã por um período de 10 dias, até o próximo dia 6 de abril, após tê-los adiado por cinco dias e ter dado um ultimato de 48 horas a Teerã para que reabrisse o estreito de Ormuz.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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