ORGANISMO INTERNACIONAL DE LA ENERGÍA ATÓMICA
Chefe da Agência anuncia novas visitas à Ucrânia e à Rússia na próxima semana
MADRID, 29 maio (EUROPA PRESS) -
A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) alertou que a situação da usina nuclear de Zaporiyia, localizada no leste da Ucrânia e considerada a maior da Europa, continua "extremamente frágil", pois depende de uma única fonte externa que é fundamental para garantir as funções básicas e, em última instância, evitar um acidente.
A última linha de reserva foi desconectada em 7 de maio e a AIEA reconhece que "não está claro" quando ela voltará a funcionar. A situação na usina, tomada pelas forças russas, tem sido uma fonte de preocupação constante desde o início do conflito, especialmente nos momentos em que a instalação foi completamente desconectada da rede externa - oito vezes até agora.
O diretor geral da agência, Rafael Grossi, que deve viajar na próxima semana para a Ucrânia e a Rússia como parte de sua rodada de contatos com os dois países, destacou que, independentemente de a usina estar operacional ou não, os reatores e o combustível precisam de um processo de resfriamento "contínuo", que requer eletricidade.
Grossi disse em um comunicado que a situação energética "muito vulnerável" "continua profundamente preocupante", pois os combates continuam nas proximidades. A equipe da AIEA na própria usina confirmou que percebeu a atividade militar na maioria dos dias da última semana.
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