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MADRID 24 fev. (EUROPA PRESS) -
O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi, alertou nesta terça-feira para a situação “muito precária” da segurança nuclear na Ucrânia, quatro anos após a invasão russa, na qual também desempenhou um papel importante o controle de instalações nucleares como a de Zaporizhia, ocupada pelo exército russo.
“A situação geral da segurança nuclear continua muito precária e a presença contínua da AIEA é mais importante do que nunca”, indicou Grossi em uma mensagem coincidindo com o aniversário da invasão russa, lançada pelo presidente russo, Vladimir Putin, em 2022.
“À medida que o trágico conflito entra em seu quinto ano, a AIEA continua focada em prevenir um acidente nuclear na Ucrânia”, disse ele, destacando que a agência está presente no país e atualmente está implantada “em todas as usinas nucleares para ajudar a garantir seu funcionamento seguro”. A Ucrânia vive um dia de reconhecimento pela resistência à invasão em grande escala da Rússia. Nesse contexto, o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, afirmou que a ofensiva de Putin para ocupar a Ucrânia “não subjugou os ucranianos”. “Hoje faz exatamente quatro anos que Putin tomou Kiev em três dias. E isso diz muito sobre a nossa resistência, sobre como a Ucrânia lutou durante todo este tempo”, afirmou na sua conta do Telegram, onde destacou a “grande coragem, trabalho árduo, perseverança e o longo caminho” enfrentado por milhões de compatriotas desde 24 de fevereiro de 2022.
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