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MADRID 30 jul. (EUROPA PRESS) -
A ONG Anistia Internacional (AI) disse nesta quarta-feira que a morte do ativista Odeh Hadalin, colaborador do premiado documentário 'No Other Land', foi um "assassinato a sangue frio", e exigiu "justiça" e o fim da impunidade.
A diretora geral de pesquisa, defesa, política e campanhas da AI, Erika Guevara Rosas, lembrou que Hadalin era "um dedicado defensor dos direitos humanos e pai de três filhos", e disse que sua morte nas mãos de um colono israelense foi uma "tragédia devastadora e uma lembrança brutal da violência sangrenta enfrentada pelas comunidades palestinas na Cisjordânia".
"Ele já havia alertado sobre as ameaças contra ele e pediu proteção. Seu assassinato é uma consequência cruel da política contínua de Israel de expulsar as comunidades palestinas dos Territórios Ocupados, incluindo Masafer Yatta (Hebron)", disse, de acordo com um comunicado.
"O fracasso deliberado das autoridades israelenses em conduzir investigações imparciais sobre os ataques de colonos contra palestinos exige investigações internacionais independentes imediatas para solucionar essa morte", disse o comunicado.
Ele pediu "justiça" para o ativista palestino e um "fim à impunidade sistemática que os colonos têm desfrutado por muito tempo". "Os palestinos não têm proteção nem justiça. Seu assassinato não é o primeiro, mas deve ser o último.
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