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MADRID 18 ago. (EUROPA PRESS) -
A dissidente venezuelana María Alejandra Díaz Marín confirmou neste domingo que se encontra em território colombiano com alguns familiares, depois que o governo colombiano anunciou no início deste mês a concessão de "asilo diplomático" para esta advogada que havia denunciado "perseguição por motivos políticos" por parte de Caracas.
"Graças aos esforços do governo do presidente, Gustavo Petro, da ministra das Relações Exteriores, Rosa Yolanda Villavicencio, assim como do embaixador, Milton Rengifo, e à colaboração de dezenas de heróis anônimos, conseguimos sair da residência do embaixador colombiano em Caracas e estamos em segurança em território colombiano e na companhia de parte da família", informou em sua conta na rede social X, onde agradeceu o apoio recebido.
O anúncio foi feito dias depois de ela ter denunciado publicamente a recusa da Venezuela em conceder-lhe salvo-conduto, alegando a inexistência de "perseguição contra (ela)" e de "nenhum mandado de prisão ou processo judicial aberto", em uma extensa declaração em sua conta na rede social X, na qual ela também relatou seu caso, incluindo o fato de que, em novembro de 2024, a Suprema Corte a suspendeu do livre exercício profissional da advocacia, sem o devido processo.
A pasta diplomática colombiana veio a público e confirmou a concessão de asilo a Díaz Marín em 11 de janeiro, que "argumentou ser vítima de perseguição por motivos políticos e ideológicos por parte do Estado venezuelano", uma decisão que Bogotá comunicou às autoridades do país vizinho.
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