Europa Press/Contacto/Hu Yousong
MADRID 4 jun. (EUROPA PRESS) -
Na quarta-feira, o Departamento de Educação dos Estados Unidos acusou a Universidade de Columbia de violar as leis antidiscriminatórias e, portanto, de não cumprir os padrões de credenciamento da escola, citando preocupações com o antissemitismo em relação aos protestos contra a ofensiva israelense na Faixa de Gaza em seu campus.
"Na esteira do ataque terrorista de 7 de outubro de 2023 contra Israel pelo (Movimento de Resistência Islâmica) Hamas, a liderança da Universidade de Columbia agiu com indiferença deliberada ao assédio de estudantes judeus em seu campus. Isso não é apenas imoral, é ilegal", disse a Secretária de Educação Linda McMahon, observando que as agências de credenciamento "têm uma enorme responsabilidade pública como garantidoras do auxílio federal a estudantes".
Em um comunicado, ela disse que "os credenciadores de universidades têm a obrigação de garantir que as instituições atendam a seus padrões", razão pela qual ela esperava que a comissão mantivesse o departamento "totalmente informado sobre as medidas tomadas para garantir a conformidade da Columbia com os padrões de credenciamento, incluindo as leis federais de direitos civis".
No mês passado, as autoridades dos EUA acusaram a Universidade de Columbia de violar a lei federal de direitos civis ao agir com "indiferença deliberada" em relação ao assédio de estudantes judeus no campus desde 7 de outubro de 2023.
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