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MADRID 5 fev. (EUROPA PRESS) - O Ministério Público dos Estados Unidos anunciou nesta quarta-feira que foram apresentadas acusações adicionais por terrorismo contra Elías Rodríguez, suspeito do tiroteio que matou em maio do ano passado dois funcionários da Embaixada de Israel em Washington, Yaron Lischinsky e Sarah Milgrim, de 30 e 26 anos, respectivamente.
A nova acusação inclui quatro acusações de terrorismo que “acarretam uma pena de prisão perpétua obrigatória de acordo com o código penal” em Washington DC, segundo indicou a procuradora federal do Distrito de Columbia, Jeanine Pirro, em um comunicado no qual defendeu sua decisão alegando que Rodríguez, de 31 anos, gritou “Palestina Livre” quando disparou aproximadamente 20 tiros contra as vítimas usando uma pistola semiautomática. Além disso, após o tiroteio, “exibiu uma kufiya (o emblemático lenço palestino) vermelha e afirmou: ‘Fiz isso pela Palestina, fiz isso por Gaza’”.
A nota, divulgada pelo Departamento de Justiça, também inclui as declarações do vice-diretor do escritório do FBI em Washington, Darren Cox, afirmando que o acusado “escreveu e publicou um manifesto que tentava justificar moralmente suas ações e inspirar outros a cometer violência política”. “Suas supostas ações justificam as acusações adicionais de terrorismo anunciadas hoje”, afirmou.
De qualquer forma, Rodríguez pode enfrentar a pena de morte se for considerado culpado, uma vez que já é acusado de uma dezena de crimes, entre os quais homicídio de uma autoridade estrangeira, crime de ódio com resultado de morte, homicídio premeditado e assalto à mão armada com intenção de matar.
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