Publicado 16/08/2025 09:39

Aagesen pede "rigor técnico" ao lidar com os incêndios e garante o apoio do governo após a extinção dos incêndios

A Terceira Vice-Presidente e Ministra da Transição Ecológica e do Desafio Demográfico, Sara Aagesen, durante sua visita ao BRIF em Pinofranqueado (Cáceres).
DELEGACIÓN DEL GOBIERNO EN EXTREMADURA

PINOFRANQUEADO (CÁCERES), 16 (EUROPA PRESS)

A terceira vice-presidente e ministra para a Transição Ecológica e o Desafio Demográfico, Sara Aagesen, defendeu a importância de agir com "rigor técnico" e "responsabilidade" para lidar com uma situação que, advertiu, "continua sendo preocupante", dados os incêndios que continuam ativos em diferentes partes do país.

Da mesma forma, depois de garantir que o governo central está agindo "com todos os recursos" que "foram solicitados" e "são necessários", a ministra destacou que atualmente há 1.400 soldados da UME "na linha de frente do fogo", além de outros 2.000 em várias tarefas logísticas e de apoio.

"Temos mais de 450 veículos, além de 5.000 guardas civis, 375 policiais nacionais e, é claro, os recursos do Ministério da Transição Ecológica e Desafio Demográfico", enfatizou Aagesen em declarações à mídia durante sua visita neste sábado aos membros da Brigada Florestal (BRIF) em Pinofranqueado (Cáceres).

A terceira vice-presidente disse ainda que as 11 brigadas de reforço florestal "estão onde quer que sejam necessárias, a pedido das comunidades autônomas", acrescentando que, no momento, 600 bombeiros florestais estão trabalhando "em todo o território onde quer que sejam necessários", com 56 recursos aéreos também "à sua disposição".

Questionado sobre a solicitação do governo da Extremadura de implantar recursos operacionais, maquinário pesado e recursos aéreos do exército na região, bem como sobre a chegada do Mecanismo Europeu de Proteção Civil de 100 carros de bombeiros, 10 helicópteros leves e outros 10 veículos anfíbios, Aagesen enfatizou a importância de solicitar "o que é realmente necessário em cada território, tendo em mente que é essencial ter profissionais em campo".

Por outro lado, a ministra garantiu que, uma vez extintos os incêndios, tarefa à qual, insistiu, é fundamental dedicar-se "100%" neste momento, o governo continuará apoiando os territórios afetados para que possam voltar "o mais rápido possível" à "normalidade" em um contexto "extraordinariamente complicado".

"O governo vai continuar a estar presente quando todos os incêndios estiverem extintos, atuando no sentido de repor a normalidade e, se isso exigir uma zona de catástrofe, também lá estaremos", garantiu.

Por fim, a ministra quis transmitir sua "solidariedade" e "apoio" às famílias das vítimas dos incêndios, desejando aos feridos uma "rápida recuperação", ao mesmo tempo em que os exortou a continuar trabalhando "com unidade e colaboração" para enfrentar a situação "complicada" pela qual o país está passando.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado