Publicado 06/08/2025 07:51

Aagesen nega "negociação" sobre usinas nucleares e rejeita que os espanhóis "tenham que pagar" pela extensão de sua atividade

A terceira vice-presidente e ministra da Transição Ecológica, Sara Aagesen, nesta quarta-feira na praia de Camposoto, em San Fernando (Cádiz).
NACHO FRADE/EUROPA PRESS

SAN FERNANDO (CÁDIZ), 6 (EUROPA PRESS)

A terceira vice-presidente e ministra da Transição Ecológica e do Desafio Demográfico, Sara Aagesen, afirmou nesta quarta-feira que "não há cenário de negociação" sobre a extensão da vida útil das usinas nucleares, e declarou que "o governo nunca permitirá" que a população espanhola "tenha que pagar pela extensão da vida" dessas instalações.

Falando à mídia em San Fernando (Cádiz) depois de visitar as ações de emergência promovidas por seu departamento na praia de Camposoto, ele reafirmou que "a situação é exatamente a mesma de meses atrás".

O vice-presidente e ministro afirmou que "as empresas já haviam definido seu cronograma de fechamento em 2019" e, portanto, "foram elas que viram que não era rentável para elas continuar prolongando a vida útil das usinas nucleares".

"Esse é o cenário atual", disse Aagesen, que considerou que as usinas nucleares "se quiserem continuar, precisam de reduções de impostos, e não cobrir 100% dos custos de gestão de resíduos", ao mesmo tempo em que rejeitou que "deveriam ser os consumidores, as PMEs e as empresas" que são obrigados a assumir o custo da extensão da vida útil das usinas nucleares.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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