Publicado 03/03/2026 12:32

Aagesen defende que o ex-alto cargo da Transição Ecológica detido deixou o Ministério há “mais de dois anos”.

Archivo - Arquivo - A terceira vice-presidente e ministra para a Transição Ecológica e Desafio Demográfico, Sara Aagesen, à sua chegada a uma sessão plenária no Senado, em 25 de novembro de 2025, em Madri (Espanha). A sessão plenária será marcada pelo deb
Carlos Luján - Europa Press - Arquivo

MADRID 3 mar. (EUROPA PRESS) -

A terceira vice-presidente, Sara Aagesen, expressou sua “máxima colaboração” com a justiça após a detenção, nesta terça-feira, de um ex-alto funcionário da Transição Ecológica no âmbito de uma operação por suspeita de corrupção ambiental relacionada a certificados de parques eólicos e fotovoltaicos, esclarecendo que essa pessoa deixou de trabalhar no Ministério há mais de dois anos.

Assim se pronunciou Aagesen em declarações aos jornalistas no corredor do Senado sobre a detenção do ex-alto funcionário da Transição Ecológica e do proprietário da empresa Forestalia numa operação levada a cabo pelo Serviço de Proteção da Natureza da Guarda Civil (Seprona).

Aagesen explicou que tomou conhecimento destas detenções através dos meios de comunicação social, esclarecendo que não dispõe de mais informações, embora tenha expressado o seu “máximo respeito” pelas investigações e procedimentos policiais.

“Essa informação refere-se a um ex-alto funcionário que deixou o Ministério há mais de dois anos, mas neste momento é a única informação que tenho, a que vocês tornaram pública ao longo do dia de hoje, e por isso respeito os procedimentos e a máxima colaboração”, afirmou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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