Publicado 19/06/2026 13:49

7.000 policiais foram mobilizados em Lima diante dos protestos convocados pelo candidato à presidência Roberto Sánchez

4 de junho de 2026, Lima, PERU: O candidato à presidência ROBERTO SANCHEZ, do partido “Juntos pelo Peru”, discursa para seus apoiadores durante seu comício de encerramento de campanha em Lima
Europa Press/Contacto/Mariana Bazo

MADRID 19 jun. (EUROPA PRESS) -

As autoridades do Peru mobilizaram 7.000 policiais na província de Lima diante da manifestação convocada para esta sexta-feira pelo partido Juntos pelo Peru, do candidato à presidência Roberto Sánchez, em “defesa do voto”, à medida que se aproxima o fim da apuração do segundo turno das eleições de 7 de junho, que, até o momento, lhe atribui 44.000 votos a menos que sua rival, a candidata do partido “Fuerza Popular”, Keiko Fujimori.

O ministro do Interior peruano, José Zapata, indicou que “são 7.000 policiais mobilizados para as marchas convocadas” apenas em Lima, em entrevista concedida à emissora Exitosa, na qual defendeu o destacamento para “que prevaleça o respeito ao direito dos outros, (...) à propriedade privada e pública, também”.

Enquanto isso, o candidato de esquerda compareceu nesta mesma sexta-feira às instalações do Ministério do Interior, de acordo com informações do jornal “La República”, embora não tenham sido divulgados mais detalhes sobre um encontro com o titular da pasta ministerial.

O partido “Juntos pelo Peru” anunciou nesta terça-feira a convocação da marcha alegando a “defesa do voto, a vitória do povo e da democracia” e que “o voto dos cidadãos foi deslegitimado”, denunciando, por sua vez, a “falta de transparência dos órgãos estatais durante o processo eleitoral”.

Com pouco mais de 99,5% das cédulas apuradas, o Escritório Nacional de Processos Eleitorais (ONPE) aponta a candidata da “Fuerza Popular”, Keiko Fujimori, com 50,12% dos votos, enquanto Sánchez fica com 49,88% dos votos do eleitorado peruano.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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