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MADRID 1 abr. (EUROPA PRESS) -
As autoridades do Irã anunciaram nesta quarta-feira a prisão de cerca de 65 “agentes e colaboradores do inimigo” em uma série de operações policiais realizadas na província de Markazi, no centro do país.
O Ministério da Inteligência iraniano indicou que todos eles estariam agindo “em conivência” com os Estados Unidos e Israel, que considera “o inimigo”, à medida que avança a ofensiva lançada no final de fevereiro contra o país.
Desde o início da guerra, há pouco mais de um mês, as forças de segurança realizaram mais de uma centena de prisões. Na terça-feira, outras 41 pessoas descritas como “mercenários” também foram detidas, além de cinco membros de duas supostas células terroristas.
Até o momento, as autoridades do Irã confirmaram mais de 2.000 mortos pela ofensiva, entre eles figuras de destaque como o líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei; o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani; e os ministros da Defesa e da Inteligência, Aziz Nasirzadeh e Esmaeil Khatib, respectivamente, bem como altos cargos das Forças Armadas e de outros órgãos de segurança.
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