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MADRID 12 ago. (EUROPA PRESS) -
O Ministério da Saúde da Faixa de Gaza atualizou o número de mortos da ofensiva militar israelense na terça-feira com 100 novas mortes nas últimas 24 horas, elevando para 61.599 o número de pessoas que perderam suas vidas desde o início dos ataques em outubro de 2023.
Somente desde que o cessar-fogo foi rompido em março, mais de 10.000 palestinos morreram em Gaza - 10.078 para ser mais preciso - enquanto o número total de feridos desde o início do conflito ultrapassa 154.000, de acordo com a contagem da administração controlada pelo Hamas.
Essas autoridades também relatam 227 mortes, incluindo 103 crianças, devido à falta de alimentos, uma contagem que Israel considera falsa. O escritório do governo israelense que coordena as atividades nos territórios palestinos (COGAT) afirmou na terça-feira que há uma campanha orquestrada "para enganar" a população.
De acordo com o COGAT, o Hamas inclui nos relatórios pessoas que morreram de outras condições médicas a fim de usá-las em sua "agenda política" e "propaganda", com o objetivo de "gerar pressão e criar uma opinião pública negativa em relação a Israel". Organizações internacionais, como a ONU, denunciaram que a fome ameaça Gaza.
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