Publicado 28/07/2026 04:30

30 pessoas foram detidas na Cisjordânia, acusadas de ajudar palestinos a entrar ilegalmente em Israel

Imagem de arquivo mostrando vários veículos do Exército de Israel.
Europa Press/Contacto/Mohammed Nasser

MADRID 28 jul. (EUROPA PRESS) -

As Forças Armadas de Israel informaram nesta terça-feira que cerca de trinta pessoas foram detidas no âmbito de uma série de operações realizadas na Cisjordânia, acusadas de ajudar dezenas de palestinos a entrar ilegalmente em Israel para trabalhar.

O Exército indicou em um comunicado que as operações foram realizadas nos últimos dias pela Brigada Regional Ephraim em áreas como Tulkarem, Qalqilia, Azzun Atme e Shuweika, entre outras.

“Como resultado dessa operação, as forças israelenses revistaram dezenas de locais e prenderam cerca de 30 palestinos suspeitos de estarem envolvidos no tráfico de terceiros para entrar ilegalmente em território israelense e de contribuírem para essas infiltrações”, afirma o texto.

Essas detenções ocorreram à medida que as autoridades israelenses reforçam a presença militar na Cisjordânia após o incidente registrado na semana passada na província de Nablus, onde quatro palestinos e dois israelenses morreram em consequência de uma série de confrontos com colonos.

Desde então, mais de 120 palestinos foram detidos na região, onde o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, prometeu ainda a criação de novos “postos avançados”, assentamentos israelenses construídos sem a autorização prévia das autoridades.

Além disso, ele apontou para a legalização dos postos que já existem, apesar de o Direito Internacional não reconhecer nenhum dos dois — a distinção entre assentamentos legais e ilegais existe apenas na legislação israelense, que regula o planejamento desses assentamentos.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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