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MADRID 8 jul. (EUROPA PRESS) -
A polícia italiana prendeu 25 pessoas na terça-feira no âmbito da operação "Medusa", que resultou no desmantelamento de uma rede de tráfico de pessoas e levou as autoridades a abrir uma investigação contra outras 43 pessoas supostamente envolvidas.
Todas elas são acusadas de participar de uma rede de contrabando formada por quatro organizações criminosas que supostamente transportavam esses migrantes da Turquia para a província de Reggio Calabria, no sul do país, através do Mediterrâneo Oriental.
As autoridades italianas estimam que a rede tenha contrabandeado cerca de 2.000 migrantes ilegalmente ao longo dessa rota para o território italiano, de acordo com informações da agência de notícias Adnkronos.
Os investigadores sugerem que a rede organizou mais de 30 travessias entre 2017 e 2022. Durante essas travessias, os migrantes tentaram chegar à costa italiana em barcos totalmente sobrecarregados em troca de dinheiro.
A investigação sugere que esses grupos podem ter fugido com cerca de 10 milhões de euros, dos quais cerca de um terço já foi apreendido pelas forças de segurança. A maioria dos suspeitos é da Turquia, Geórgia, Ucrânia e Moldávia.
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