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MADRID 22 jan. (EUROPA PRESS) -
O Governo da Guatemala anunciou nesta quarta-feira que as forças de segurança prenderam 23 membros de gangues, de um total de mais de 290 pessoas detidas nas primeiras 48 horas do estado de sítio, decretado no domingo pelo presidente do país, Bernardo Arévalo, e ratificado um dia depois pelo Congresso, em resposta aos motins nas prisões e aos ataques coordenados contra agentes.
“Nas primeiras 48 horas do estado de sítio, o Ministério do Interior já prendeu 23 membros de gangues do Barrio 18 e da Mara Salvatrucha”, revelou Arévalo em um discurso proferido no Palácio Nacional, na cidade da Guatemala.
De lá, ele ressaltou que o Executivo que preside está “disposto a tomar as decisões que os governos anteriores não quiseram tomar, como recuperar o controle das prisões para conter a expansão das gangues”, e descreveu a luta contra esses grupos como “fundamental, porque é a luta pela recuperação da justiça e da paz” no país.
Em seguida, o ministro do Interior, Marco Antonio Villeda, afirmou que, “no total, durante o tempo em que o estado de sítio esteve em vigor, 293 pessoas foram detidas, 37 armas de fogo foram apreendidas, 205 motocicletas foram recuperadas e 73 veículos foram recuperados”.
“Vamos realizar todas as operações e todas as ações tendentes a desarticular essas gangues criminosas”, declarou, alertando que a sucessão de motins nas prisões e ataques às forças de segurança não vai “deter” nem “intimidar” o Executivo. “Vamos utilizar todos os recursos do Estado para resolver esta situação de uma vez por todas”, acrescentou.
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