Publicado 28/07/2025 10:39

17 mortos e 11 feridos em um massacre no oeste do Equador

Archivo - QUITO, Jan. 10, 2024 -- Patrulha da polícia equatoriana em Quito, Equador, 9 de janeiro de 2024. O presidente do Equador, Daniel Noboa, declarou na terça-feira um "conflito armado interno" e mobilizou o exército para combater o crime organizado
Europa Press/Contacto/Mateo Armas - Archivo

MADRID 28 jul. (EUROPA PRESS) -

Pelo menos 17 pessoas morreram e outras 11 ficaram feridas depois que um grupo de assassinos contratados invadiu um bar na cidade equatoriana de El Empalme, na província de La Guayas, onde disparou indiscriminadamente contra os frequentadores do local.

Três adolescentes estão entre os mortos. Algumas das mortes foram confirmadas no hospital na segunda-feira, depois que eles não conseguiram se recuperar dos ferimentos infligidos por rifles de assalto e armas de calibre 9 mm.

O ataque ocorreu perto de um posto policial, embora eles não tenham chegado ao local depois que os agressores, que apareceram em duas vans, foram embora, segundo testemunhas. As autoridades já realizaram as primeiras buscas para encontrar os autores, informa a rede Televisa.

Há vários anos, o Equador tem uma situação de segurança difícil, que o presidente Daniel Noboa decidiu combater decretando estado de comoção interna no início de 2024, impondo medidas excepcionais que são estendidas de tempos em tempos em lugares como Quito e várias províncias, incluindo Guayas, que há uma semana foi palco de outro massacre em Playas, que deixou nove pessoas mortas.

Noboa elevou a luta contra o crime organizado ao status de um conflito armado interno, de modo que as gangues criminosas comuns foram adicionadas à lista de grupos terroristas, dando assim maior capacidade às Forças Armadas.

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