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O sindicato dos trabalhadores da imprensa denuncia a detenção e deportação de mais dois jornalistas, um deles espanhol, na fronteira com a Colômbia.
MADRID, 6 jan. (EUROPA PRESS) -
O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Imprensa da Venezuela (SNTP) informou nesta segunda-feira que as autoridades venezuelanas deportaram um e libertaram os treze restantes dos 14 jornalistas e trabalhadores da mídia detidos na segunda-feira, coincidindo com a sessão inaugural da nova Assembleia Nacional da Venezuela.
"Durante o dia da instalação da Assembleia Nacional, 14 jornalistas e profissionais da mídia foram detidos em Caracas: 13 deles de agências e meios de comunicação internacionais e um da mídia nacional. Até esta hora, 13 foram liberados, sem terem sido apresentados, e um foi deportado", disse o STNP em sua conta no X.
O sindicato denunciou "a busca de equipamentos, o desbloqueio de telefones, o rastreamento de chamadas e mensagens em plataformas de comunicação e redes sociais" no contexto das prisões, que teriam ocorrido "dentro da Assembleia Nacional, nos arredores e em Altamira", um conjunto habitacional no distrito da capital.
Na mesma publicação, a organização denunciou a detenção de dois repórteres, um espanhol e um colombiano, na área de fronteira entre a cidade colombiana de Cúcuta e San Antonio de Táchira, na Venezuela.
Após sua prisão e "depois de horas de detenção incomunicável", ambos foram libertados e estão agora na Colômbia, de acordo com o sindicato.
"Esse é um balanço alarmante contra o qual reiteramos nossa exigência de garantias para o livre exercício do jornalismo, a cessação da perseguição e a libertação dos 23 jornalistas e trabalhadores da mídia na Venezuela que permanecem detidos", concluiu o STNP.
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