Publicado 13/08/2025 08:38

Uribes, sobre o papel do CSD com Villarreal-Barça em Miami: "Vamos pensar no interesse geral".

Sobre a questão dos registros do Barça, ele advertiu que "o CSD não está lá para intervir" neles "a menos que haja conflitos".

Jose Manuel Rodriguez Uribes, Presidente do Conselho Superior de Esportes CSD, assiste à apresentação oficial da Seleção Espanhola de Basquete Masculino para o Eurobasket na sede da Endesa em 29 de julho de 2025, em Madri, Espanha.
Dennis Agyeman / AFP7 / Europa Press

MADRID, 13 ago. (EUROPA PRESS) -

O presidente do Conselho Superior de Esportes (CSD), José Manuel Rodríguez Uribes, insistiu na quarta-feira que eles agirão "com o interesse geral em mente", uma vez que tenham estudado a carta do Real Madrid mostrando sua "mais firme rejeição" ao jogo Villarreal CF-FC Barcelona LaLiga EA Sports 2025-26 em Miami (Estados Unidos).

"Parece que o Real Madrid, junto com a FIFA e a UEFA, nos enviou uma carta que vamos estudar, ainda não a vimos fisicamente. Quando virmos os argumentos e as regras, tomaremos uma decisão, mas primeiro temos que vê-la com cuidado", confirmou Uribes em declarações ao 'El Chiringuito', noticiadas pela Europa Press.

O CSD avaliará se a realização dessa partida fora do território espanhol afeta o restante dos clubes, um dos argumentos do Real Madrid para sua oposição. "Temos que pesar os argumentos, ver qual é o papel do CSD, se temos um de acordo com as regras, de acordo com o pedido feito pelo Real Madrid e também com a posição da UEFA, FIFA, RFEF e LaLiga", explicou.

Uribes estudará o papel do CSD junto com o "diretor geral de esportes" e o "escritório de advocacia do Estado". "E quando a carta chegar, sempre agiremos de acordo com a lei, de acordo com as regras e de acordo com nossas competências e também pensando no interesse geral, é claro", acrescentou, antes de acrescentar que não conversou com Javier Tebas, presidente da LaLiga, nem com Rafael Louzán, chefe da RFEF, sobre o assunto.

Além disso, Uribes advertiu que a situação vivida com Dani Olmo e seus problemas de registro no final do ano passado é "diferente" da que o FC Barcelona pode viver agora com Joan García e Marcus Rashford. "Na última temporada, respondemos a um recurso. Não vamos nos esquecer de que a CSD sempre age quase sempre a pedido de uma parte, ou seja, quando há um conflito, tentamos resolver o conflito. Se não houver conflito, o CSD não intervém", esclareceu.

"As regras normais do jogo se aplicam aqui e nossa posição é sempre tentar encontrar uma solução no interesse geral ou na defesa dos atletas, como nos é exigido pela Lei do Esporte. No caso de Daniel Olmo, a pedido do próprio jogador e do FC Barcelona, tomamos uma decisão. Mas essa não é a regra geral. O CSD não intervém nos registros, a menos que haja conflitos e tenhamos que resolver e solucionar essas situações", concluiu Uribes.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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