MADRID 16 set. (EUROPA PRESS) -
A ministra da Educação, Formação Profissional e Esporte, Milagros Tolón, deixou claro mais uma vez que a final da Copa do Mundo de Futebol de 2030, que será sediada pela Espanha em conjunto com o Marrocos e Portugal, será realizada no país porque, além de merecê-la por ser a atual campeã mundial, possui “as melhores infraestruturas” e “a marca Espanha no futebol é muito mais forte do que qualquer outra”.
“Todos sabemos que a Espanha tem as melhores infraestruturas, não apenas pelos estádios, mas também pelas melhores infraestruturas de transporte, comunicação e segurança”, afirmou Tolón à imprensa após apresentar o acordo pelo qual a La Quiniela já sediará quatro partidas da Liga F Moeve.
Para a dirigente, além disso, a Espanha é a atual “campeã mundial e a Copa do Mundo será disputada na Espanha”. “A Espanha tem que ganhar a Copa do Mundo em seu próprio país”, afirmou. “E a marca Espanha no futebol, acredito que ninguém tenha dúvidas de que é muito mais forte do que qualquer outra marca”, declarou ela depois que, nesta terça-feira, o presidente da LaLiga, Javier Tebas, considerou as possibilidades de sediar essa partida mínimas caso Gianni Infantino continuasse presidindo a FIFA.
Por outro lado, sobre a polêmica em torno das camisetas de apoio a Ceuta, que não foram exibidas na íntegra pelos jogadores do Real Madrid Kylian Mbappé, Vinícius Jr. e Ibrahima Konaté, ela reiterou que “o esporte tem que estar acima de tudo isso”. “Vamos respeitar o esporte. Os valores do esporte estão muito acima de todas as polêmicas e, sobretudo, também dos confrontos que possam ocorrer em qualquer campo ou estádio”, concluiu.
Por fim, ela foi questionada sobre a medida da Federação Real Espanhola de Futebol (RFEF) de ajudar as jogadoras da seleção e as árbitras a congelarem seus óvulos, para que possam escolher quando desejam ser mães. “Essa deve ser uma decisão pessoal de cada mulher”, ressaltou.
“Essa decisão faz parte da intimidade de cada uma. Ninguém pode se sobrepor ao que você pensa, à sua intimidade, ainda mais em questões tão importantes quanto a de ser mãe. Essa é uma decisão pessoal de cada mulher, e faz parte da intimidade de cada uma”, ressaltou a ministra.
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