Publicado 02/09/2025 19:08

Scariolo: "Este não é um jogo para ficar deprimido, mas para construir".

Sergio Scariolo durante a partida Espanha x Itália no Eurobasket 2025
ALBERTO NEVADO

MADRID 3 set. (EUROPA PRESS) -

O técnico da seleção masculina de basquete, Sergio Scariolo, disse que a derrota de terça-feira para a Itália por 67 a 63 no Eurobasket 2025 não foi "para ficar deprimido, mas para construir" e que ele espera que "haja uma boa lição de maturidade" para seus jogadores, para que eles saiam "para a morte" na quinta-feira, no jogo-chave contra a Grécia.

"Obviamente, foi um jogo muito disputado e talvez a experiência deles tenha feito a diferença, mas não é um jogo para se abater, e sim para se construir, porque lutamos contra uma equipe de alto nível e estivemos muito próximos. Embora tenhamos cometido erros, lutamos até o fim", admitiu Scariolo na coletiva de imprensa após a derrota.

O italiano deixou claro que não era hora de pensar na obrigação de vencer a Grécia se a Bósnia-Herzegovina venceu a Geórgia horas antes. "Hoje não é o dia, amanhã, quarta-feira, começaremos a revisar os vídeos e trabalharemos nisso. Agora não é hora de falar sobre o próximo jogo", disse ele.

"Eu disse aos jogadores que não era um jogo para sairmos deprimidos ou arrasados, mas sim com um pouco de raiva por não termos conseguido conquistar aquele grande resultado que tínhamos em vista durante praticamente todo o jogo. Agora é normal descansar, se recuperar, assistir ao vídeo sobre o que precisamos melhorar e como precisamos nos preparar contra a Grécia para tentar criar outro plano de jogo que possa funcionar como o que começamos e possivelmente implementá-lo por 40 minutos", acrescentou.

O técnico achava que não tinha sido um jogo que gerasse "grandes dúvidas sobre as mudanças que poderiam ser feitas". "Também aprendemos com os erros do jogo de hoje e espero que, acima de tudo, individualmente, haja uma boa lição de maturidade para os nossos jogadores e que possamos ir novamente até a morte, como fizemos hoje, no próximo jogo", disse ele.

Sobre o final apertado, o jogador do Brescia lamentou ter forçado "um chute ruim" da Itália com 62 a 63 de vantagem e que o armador Spissu, "o menor de todos, teve a coragem de pegar aquele rebote ofensivo e cobrar uma falta". "Se tivéssemos pego aquele rebote, o jogo poderia ter sido a nosso favor, e foi aí que o ímpeto que havíamos recuperado parou um pouco", confessou.

"É claro que tanto Niang quanto Diouf nos prejudicaram muito no garrafão, eles realmente nos destruíram contra a defesa masculina, contra a zona, contra uma marcação ou outra", comentou o técnico da seleção nacional sobre a superioridade dos adversários na defesa.

Por fim, para Scariolo, a vitória da Bósnia-Herzegovina sobre a Grécia não influenciou "em nada, nem antes nem durante" o jogo. "Jogamos o jogo de acordo com o que havíamos preparado. Há também o adversário, que se torna mais duro, há também o nível físico, que naturalmente é mais alto nesses jogadores com grande força, grande capacidade atlética na quadra", concluiu.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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