Publicado 18/09/2025 09:09

Rosell e Bartomeu defendem que o contrato com Negreira era uma herança e que ele estava assessorando o clube.

O ex-presidente do FC Barcelona Sandro Rosell (d) deixa seu depoimento como investigador perante o investigador do "caso Negreira", em 18 de setembro de 2025, em Barcelona, Catalunha (Espanha). Os ex-presidentes do FC Barcelona testemunharam sobre o supos
David Zorrakino - Europa Press

BARCELONA 18 set. (EUROPA PRESS) -

Os ex-presidentes do FC Barcelona, Sandro Rosell e Josep Maria Bartomeu, explicaram ao juiz que investiga o "caso Negreira" que a relação contratual com o ex-vice-presidente do Comitê Técnico de Árbitros (CTA), José María Enríquez Negreira, era um legado de presidentes anteriores do clube blaugrana, segundo fontes judiciais explicaram à Europa Press.

Foi o que afirmaram nesta quinta-feira em sua declaração perante a chefe do Tribunal de Instrução 13 de Barcelona, a magistrada Alejandra Gil, na qual Rosell, que só respondeu às perguntas de seu advogado, explicou que o Barça estava ganhando não só na Espanha, mas também na Europa, onde Negreira não tinha influência, o que demonstraria que não pagava por favores de arbitragem.

Na mesma linha de Rosell, Bartomeu disse na saída do tribunal que o clube blaugrana era "o melhor time do mundo", portanto não faz sentido falar em ajuda à arbitragem porque não era necessária, e que Negreira e seu filho prestaram serviços ao Barça em termos de assessoria esportiva e de arbitragem.

(HAVERÁ UMA PRORROGAÇÃO)

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado