MADRID 5 fev. (EUROPA PRESS) - O CEO de Futebol do Valencia CF, Ron Gourlay, compareceu perante os meios de comunicação para analisar o momento da equipe “che” e, embora tenha salientado que “as coisas estão melhorando”, lembrou que estão iniciando um projeto que precisa de “tempo” e “estabilidade”, ao mesmo tempo em que deixou clara a confiança do clube no técnico Carlos Corberán.
“Estamos todos muito chateados. Os preparativos para o jogo foram excepcionais. O jogo não saiu como esperávamos, mas temos que continuar trabalhando muito. A torcida foi incrível”, disse ele na coletiva de imprensa divulgada pelo site do clube, realizada nesta quinta-feira em Mestalla.
O CEO da equipe 'che' analisou a atual situação conturbada do Valencia, que enfrenta a cada fim de semana a tensão da torcida e que na quarta-feira foi eliminado da Copa del Rey pelo Athletic Club com um gol no último minuto. “Carlos é o técnico e tenho total confiança nele e em toda a equipe. Reforçamos várias posições e estou confiante de que vamos seguir em frente. Como já disse quando cheguei aqui, vou ao campo de treinamento todos os dias, me reúno com o técnico, com sua equipe e vejo o trabalho diário. Temos que buscar estabilidade e isso não se consegue trocando de técnico periodicamente. Estamos vendo que as coisas estão melhorando, temos que continuar nesse caminho e os resultados virão”, acrescentou. Gourlay insistiu em apoiar Corberán e destacou que o Valencia não “pensa no rebaixamento”, apesar de estar um ponto acima da zona de rebaixamento após 22 rodadas. “O treinador é sempre o alvo fácil. Corberán vai continuar e eu também. Não pensamos no rebaixamento. Sempre olhamos para cima. Agora, estamos lutando, junto com 12 clubes, aos quais temos que nos impor”, disse. Além disso, o CEO do time valenciano destacou que estão “muito satisfeitos com o trabalho realizado” no mercado de inverno e pensando no futuro. “Já estamos trabalhando no mercado de verão. Já contratamos De Haas e temos outro jogador muito perto. Tudo faz parte da nova abordagem, detectando o talento de forma precoce. É uma transição que está acontecendo no clube e que conta com todo o apoio do presidente”, revelou. “No futebol não existe uma varinha mágica. Fizemos muitas mudanças no verão, 23 transações em dois meses. Tudo isso faz parte do processo de aprendizagem. A transição está em andamento, precisamos de mais tempo e, por isso, na época, falei de quatro janelas de transferências. Entendo a frustração, mas temos que continuar no nosso caminho”, concluiu.
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