Publicado 10/05/2026 18:10

(Resumo) Um Barça um pouco menos brilhante, mas mais consistente, conquista seu segundo título da Liga com Flick

Archivo - Arquivo - Lamine Yamal, do FC Barcelona, comemora um gol com Fermin Lopez durante a partida de futebol da LaLiga EA Sports, disputada entre o FC Barcelona e o Villarreal CF no estádio Spotify Camp Nou, em 28 de fevereiro de 2026, em Barcelona, E
Javier Borrego / AFP7 / Europa Press - Arquivo

MADRID 10 maio (EUROPA PRESS) -

O FC Barcelona confirmou neste domingo a conquista de seu 29º título da LaLiga EA Sports, o segundo consecutivo sob o comando de Hansi Flick, após vencer o Clássico contra o Real Madrid por 2 a 0, ao final de uma temporada talvez menos brilhante que a anterior, mas muito mais consistente, sobretudo no calor, primeiro, de Montjuïc e, depois, do Spotify Camp Nou.

Nem as lesões de jogadores-chave como Pedri, Raphinha ou Lamine Yamal, nem a desvantagem de cinco pontos com que ficou após o primeiro Clássico da temporada — que evidenciou as diferenças entre Vinícius e Xabi Alonso —, dissuadiram o atual campeão de lutar pelo título, agarrando-se firmemente à sua solidez em casa.

Já ficou para trás aquele confronto no Santiago Bernabéu, na décima rodada, em que os gols de Mbappé e Bellingham (2 a 1) deixaram os azulgranas a cinco pontos da liderança, a maior diferença que os brancos acumularam nesta temporada. Antes disso, Vallecas (1 a 1) e o Ramón Sánchez-Pizjuán (4 a 1) também haviam tirado pontos do time azulgrana.

No entanto, a equipe soube se recompor para encadear nove vitórias consecutivas. Os tropeços de seu maior rival permitiram que recuperasse a liderança contra o Deportivo Alavés (3 a 1) na 14ª rodada, em 29 de novembro, e não saiu mais do topo até quase dois meses depois.

A diferença entre madridistas e azulgranas diminuiu com a derrota do Barça em Anoeta (2 a 1) na 20ª rodada, já com Xabi Alonso demitido, e em 16 de fevereiro a liderança voltou a mudar de mãos após nova derrota para o Girona em Montilivi (2 a 1). Os catalães ficaram com 58 pontos, a dois do time de Álvaro Arbeloa.

Mas a liderança durou apenas uma semana para o Real Madrid, que, ao sucumbir ao Osasuna (2 a 1) e ao Getafe (0 a 1) no Bernabéu, permitiu que o atual campeão se distanciasse. E o fez, além disso, com uma sequência de doze vitórias consecutivas, ainda em andamento, algumas tão marcantes quanto a virada no Riyadh Air Metropolitano (1-2), que representa a melhor da era do técnico alemão.

Do ponto de vantagem que tinha sobre os madridistas após o que aconteceu em El Sadar, na 25ª rodada, passou para os onze pontos com que encerrou a 32ª rodada, após mais um tropeço fora de casa do Real Madrid (1-1) em La Cartuja, uma vantagem que se tornou insuperável e que colocou o time catalão no caminho para seu 29º título da Liga, deixando-o a sete do recorde histórico do Real Madrid (36).

Um sucesso que se explica, sobretudo, pela confiabilidade em casa. Primeiro no Estadi Olímpic Lluís e depois no Camp Nou, que foi reinaugurado em 22 de novembro contra o Athletic Club, os comandados de Hansi Flick venceram os 18 jogos que disputaram como anfitriões, mais do que qualquer outro time da categoria. Com um saldo de 54 gols a favor e apenas nove contra, somaram em casa 54 dos 91 pontos que acumulam na tabela.

Tudo isso em uma temporada, além disso, em que superaram o fato de seu trio de ataque não ter conseguido igualar os números da campanha 2024-25. Dos 27 gols que marcou na temporada passada e que o tornaram o artilheiro da equipe, o polonês Robert Lewandowski soma 12 nesta temporada, enquanto o brasileiro Raphinha, que ficou mais de um mês e meio afastado por lesões, passou de 18 para 11.

O único que conseguiu melhorar seus números foi Lamine Yamal; dos nove gols da última La Liga, ele passou para 16 nesta, na qual já não voltará a jogar devido a uma lesão no bíceps femoral da perna esquerda. Ferran Torres, com 15 gols, se firmou como o segundo maior artilheiro da equipe na competição nacional, enquanto Joan Garcia comprovou o acerto de sua contratação como goleiro, embora a equipe, exceto na reta final, tenha novamente enfrentado dificuldades para não sofrer gols.

A ausência de outro titular como Pedri, que passou mais de dois meses afastado dos gramados devido a lesões, também afetou o desempenho de uma equipe que, apesar de tudo, soube e quis lutar pelo título e que, mais uma vez, precisou apenas dar mais um passo na Liga dos Campeões.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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