Publicado 06/07/2026 00:34

Resumo do jogo México x Inglaterra: 2 a 3

Inglaterra se vinga do Azteca

A seleção inglesa eliminou (2 a 3) o México e avançou para as quartas de final da Copa do Mundo

Jude Bellingham, México x Inglaterra, Copa do Mundo de 2026
Bradley Collyer/PA Wire/dpa

Inglaterra se vinga do Azteca

A seleção inglesa eliminou (2 a 3) o México e avançou para as quartas de final da Copa do Mundo

MADRID, 6 (EUROPA PRESS)

A seleção da Inglaterra chegou às quartas de final da Copa do Mundo de 2026 ao derrotar (2 a 3) o México, uma das anfitriãs, em um confronto emocionante e repleto de conotações históricas no Estádio Azteca, graças a dois gols de Jude Bellingham, além de outro gol de Harry Kane, e apesar de jogar com um a menos por mais de meia hora.

Os comandados de Thomas Tuchel acertaram as contas com o emblemático estádio que, depois de ter consagrado Pelé em 1970, tornou famosa a “Mão de Deus” de Diego Armando Maradona na vitória da Argentina sobre a Inglaterra (2 a 1) nas quartas de final. Quarenta anos após esse trauma nacional, os inventores do futebol saíram vitoriosos da Cidade do México e agora enfrentarão a Noruega, surpreendente eliminadora do Brasil neste mesmo domingo.

Mais uma vez, a “parede moderna” das oitavas de final freou o México. “El Tri”, buscando aproveitar o impulso de jogar em casa, como naquelas Copas do Mundo em que chegou às quartas de final, se descuidou nos dois chutes de Bellingham, assim como no pênalti de Kane, e depois não soube forçar pelo menos a prorrogação, mesmo jogando com um a mais. A Inglaterra, que tem em seu palmarés apenas a Copa do Mundo de 1966, reescreveu sua história no Azteca, mas ainda tem um longo caminho pela frente nessa empreitada.

Após o atraso de uma hora devido ao risco de tempestade elétrica e ao estrondoso hino mexicano, mais parecido com o grito do haka maori, ainda foi preciso esperar para que a partida ganhasse vida. A anfitriã lutou por cada centímetro, deu destaque ao jovem Gilberto Mora na criação de jogadas e a Erik Lira na interrupção das transições inglesas.

Os jogadores de Javier Aguirre escolheram bem os momentos, tanto no ataque quanto na defesa, mas sempre com alta intensidade, até darem um aviso sério com uma cabeçada de Raúl Jiménez que Jordan Pickford defendeu aos quinze minutos. A equipe dos “Três Leões”, com Bukayo Saka e Anthony Gordon nas laterais, chegou perto graças à profundidade do novo jogador do FC Barcelona, embora a sensação fosse de um jogo do “Tri”.

O México não cometeu erros até dois minutos fatídicos, em um trecho frenético, em que Bellingham marcou seus dois gols. A seleção americana falhou na sua retração e, com uma jogada rápida de Saka, o jogador do Real Madrid apareceu para cabecear o 0 a 1. Dois minutos depois, quase na cobrança de centro, a Inglaterra roubou a bola de Mora e, na recuperação, lançou a transição que resultou no 0 a 2.

O Azteca ficou em silêncio, mas a equipe de Aguirre não se deixou abater, dando continuidade à fase alucinante da partida antes do intervalo, com o rápido 1 a 2. Julián Quiñones apareceu no lugar certo para aproveitar a bola de uma falta na área e marcou seu quarto gol na Copa do Mundo, dando início à reação do ‘Tri’, que teve chances claras de empate com duas oportunidades de Jiménez.

Além disso, Bellingham tirou a bola de César Montes na linha do gol e a Inglaterra saiu com uma vantagem que parecia muito difícil de manter. Mesmo assim, os jogadores de Tuchel voltaram melhor do intervalo, com duas jogadas de Nico O’Reilly, incluindo uma bola na trave. Os inventores do futebol se aproximaram e, mais uma vez, viram seu objetivo se complicar com uma decisão do VAR.

O árbitro expulsou Jarell Quansah por uma entrada violenta, criando problemas na já enfraquecida lateral direita inglesa, mas o México não conseguiu tirar proveito disso imediatamente, pois os jogadores de Tuchel marcaram o 1 a 3 em um pênalti. Em um lançamento de Pickford, Gordon sofreu o pênalti que Kane converteu. A seleção inglesa se fortaleceu na defesa mesmo com um jogador a menos, com John Stones e, depois, Djed Spence, para enfrentar o orgulho local.

O México trouxe emoção ao final da partida com o 2 a 3 em pênalti, também sinalizado pelo VAR devido a uma entrada mal calculada de Kane, que foi convertido por Jiménez. Os 20 minutos mais 12 de acréscimos que restavam foram marcados por lançamentos na área da Inglaterra, que despediu a anfitriã para que já começasse a ecoar um pouco do “It’s coming home”.

FICHA TÉCNICA:

--RESULTADO: MÉXICO, 2 - INGLATERRA, 3. (1 a 2, no intervalo).

--ESCALAÇÕES:

MÉXICO: Rangel; Sánchez (Fidalgo, min. 79), Montes (Álvarez, intervalo), Vásquez, Gallardo; Lira, Romo (Guitérrez, min. 61), Mora (Giménez, min. 61); Quiñones (Martínez, min. 81), Alvarado e Raúl Jiménez.

INGLATERRA: Pickford; Quansah, Konsa, Guehi, O’Reilly (Spence, min. 74); Anderson (Burn, 75º min.), Declan Rice, Saka (Stones, 57º min.), Bellingham, Gordon e Harry Kane (Rogers, 90º min.).

--GOLS:

0 - 1, min. 36, Bellingham.

0 - 2, min. 38, Bellingham.

1 - 2, min. 42, Quiñones.

1 - 3, min. 60, Kane (pênalti).

2 - 3, min. 69, Raúl Jiménez (pênalti).

--ÁRBITRO: Alireza Faghani (IRN). Mostrou cartão amarelo para Sánchez (min. 71) e Vásquez (min. 98) pelo México. E para Rice (min. 1), Guehi (min. 68), O’Reilly (min. 72) e Henderson (min. 98) pela Inglaterra. Expulsou Quansah (min. 54) com cartão vermelho direto.

--ESTÁDIO: Azteca.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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