Publicado 18/09/2026 16:47

Relato do jogo entre o Dubai BC e o Real Madrid: 95 a 98

O Real Madrid se mantém firme e buscará a nova Supercopa

O time madridista venceu na prorrogação (94 a 97) o Dubai BC, de Xavi Pascual, apesar de um início ruim de partida

Archivo - Arquivo - Walter Samuel Tavares da Veiga, do Real Madrid, observa durante a partida de basquete da Liga Espanhola (Liga ACB Endesa) disputada entre o Real Madrid e o La Laguna Tenerife no pavilhão Movistar Arena, em 19 de abril de 2026, em Madri
Dennis Agyeman / AFP7 / Europa Press - Arquivo

O Real Madrid se mantém firme e buscará a nova Supercopa

O time madridista venceu na prorrogação (94 a 97) o Dubai BC, de Xavi Pascual, apesar de um início ruim de partida

MADRID, 18 (EUROPA PRESS)

O Real Madrid disputará o título da nova Supercopa da Euroliga após vencer nesta sexta-feira por um placar apertado de 95 a 98, e após uma prorrogação, na semifinal contra o Dubai BC, treinado pelo espanhol Xavi Pascual. Contra esse adversário, o time precisou se recuperar de um início ruim, apoiado pelo trio Walter Tavares, Timothé Luwawu-Cabarrot e Jaime Pradilla.

A era com Pedro Martínez teve um início positivo em termos de resultado, embora no jogo ainda falte afinar bem o que o catalão quer transmitir, com um desempenho irregular e cheio de altos e baixos, refletido sobretudo nas 22 perdas de bola acumuladas. Apesar do elenco renovado, Tavares demonstrou que continua sendo fundamental (20 pontos e 7 rebotes), mas bem apoiado por dois dos novos contratados: Luwawu-Cabarrot, que mostrou seu talento no momento decisivo (20), e Pradilla, que demonstrou todas as suas qualidades (13).

Mas não foi uma noite fácil na Etihad Arena, em Abu Dabi, onde o Dubai BC acertou quase tudo nas jogadas de fora. O 4/4 em arremessos de três pontos e a densidade ofensiva do Real Madrid provocaram a primeira vantagem do time da casa (16 a 4), que aproveitou o fato de o onze vezes campeão da Europa não estar com a mesma precisão nas jogadas de fora. Os arremessos de três pontos continuaram chovendo para os comandados de Pascual, mas acabaram surgindo também entre os merengues (Luwawu-Cabarrot, Jantunen e Deck) para evitar que o prejuízo fosse maior (27 a 18).

O Real Madrid pareceu entrar no jogo quando passou por mais um momento ruim no ataque, com perdas de bola e arremessos errados, o que resultou em muitos minutos sem conseguir marcar pontos. O Dubai não perdoou e ameaçou encerrar a semifinal ao abrir +16 (36 a 20), mas a equipe espanhola conseguiu encontrar a versão que seu novo técnico deseja a tempo.

Assim, Tavares se destacou e começou a contribuir no ataque, a defesa elevou sua intensidade com o cabo-verdiano, Campazzo, Feliz e Deck, e a precisão finalmente apareceu com uma sequência avassaladora de 0 a 14 em três minutos, levando a equipe para o vestiário com a vantagem praticamente recuperada (43 a 42). E após o intervalo, a partida tomou um rumo mais ao gosto de Xavi Pascual.

A defesa do time de Dubai apostou no jogo físico para voltar a bloquear o ataque do Real Madrid, que, felizmente, soube contar com a ajuda de suas inúmeras idas à linha de lances livres, de onde marcou 13 de seus 22 pontos em um terceiro quarto menos animado, no qual os comandados de Pedro Martínez conseguiram assumir a liderança pela primeira vez (50 a 51) e resistir às investidas do adversário para chegar aos dez minutos finais na frente (63 a 64).

O time madrilenho tentou aproveitar o momento, mas esbarrou na falta de continuidade no ataque. Pradilla se destacou ao marcar dois arremessos de três pontos, levando o placar a 67-72, resposta rapidamente dada pelo Dubai BC, que então sofreu com Luwawu-Cabarrot, que, com mais dois arremessos de três pontos, aproximou a equipe da vitória (74-81).

A equipe asiática contou com Okobo, sensacional em suas jogadas e que terminou com 24 pontos, e com Bacon, para responder novamente e assumir o controle da partida após mais uma perda de bola do Real Madrid (88 a 85). Um grande arremesso de três pontos de Luwawu-Cabarrot empatou o jogo, e o arremesso de três pontos de Walkup e a enterrada de Shengelia não entraram, levando a partida para cinco minutos extras.

Nesse momento, foi a vez de Andrés Feliz e de Campazzo, que até então vinha passando despercebido e que, com sua primeira cesta na partida, uma cesta de três pontos, colocou o time perto (88 a 96), embora o Real Madrid tenha sofrido até o fim diante de um Dubai BC que se agarrou a Okobo e foi prejudicado pela ausência de Bacon devido a uma forte pancada na cabeça, para garantir sua vaga na final deste sábado (19h) contra o Olympiacos grego, seu adversário na final da Euroliga, que derrotou o Fenerbahçe turco por 92 a 90.

FICHA TÉCNICA.

--RESULTADO: DUBAI BC, 95 - REAL MADRID, 98 (43-42, no intervalo).

--TIME.

DUBAI BC: McKinley Wright IV (12), Okobo (24), Bacon (19), Blossomgame (4) e Kabengele (10) — quinteto inicial — Walkup (4), Anderson (3), Shengelia (11), Diakite (5), Petrusev (-), Bertans (-) e Mintz (3).

REAL MADRID: Campazzo (5), Feliz (10), Deck (15), Okeke (4) e Tavares (20) — quinteto inicial — Shulga (-), Maledon (4), Luwawu-Cabarrot (20), Pradilla (13), Abalde (-), Jantunen (5) e Sarr (2).

--PARCIAIS: 27-18, 16-24, 20-22, 25-25 e 7-10.

--ÁRBITROS: Belosevic, Mogulkoc e Vilius. Feliz foi expulso por faltas.

--PAVILHÃO: Etihad Arena, em Abu Dabi.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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