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MADRID, 28 mar. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Real Federação Espanhola de Futebol, Rafael Louzán, confessou que “não seria compreensível” que a Espanha não sediasse a final da Copa do Mundo de 2030 e lamentou que a Finalissima contra a Argentina não tenha sido disputada, deixando claro que a RFEF não impôs “nenhum tipo de condição”.
"Fizemos tudo o que estava ao nosso alcance, dissemos à UEFA, à CONMEBOL e à AFA que, onde quisessem e quando quisessem, sabíamos que queríamos jogar. Não posso me intrometer no que a Argentina quis, mas há uma questão pendente que precisará ser esclarecida; é uma partida que os torcedores merecem", afirmou nesta sexta-feira na zona mista do Estádio de La Cerámica.
Louzán falou com a imprensa após a vitória (3 a 0) da seleção contra a Sérvia no campo do Villarreal e abordou temas polêmicos, como aquele jogo contra os campeões da América que não pôde ser disputado no Catar nem em nenhum outro lugar por falta de acordo. “Que fique bem claro que a Espanha fez de tudo para que essa Finalissima pudesse ser disputada”, disse ele.
“Não impusemos qualquer tipo de condição. Ficou demonstrado o interesse que a Espanha tinha em disputar essa partida. Se outros não tiveram, não sei. Vamos disputá-la em algum momento, quero acreditar, e se não, nos vemos na Copa do Mundo”, acrescentou.
Por outro lado, o presidente da RFEF destacou que confia que Vigo e Valência sejam sedes da Copa do Mundo de 2030, embora tenha lembrado que é a FIFA quem decide, assim como na disputa com o Marrocos para sediar a final do torneio. “Cada um tem que cumprir seu papel. A Espanha está trabalhando bem, cumprindo suas obrigações”, afirmou.
“Os técnicos da FIFA acabaram de partir e nos transmitiram sua impressão inicial. Ainda há um longo caminho pela frente, vamos trabalhar bem porque não seria compreensível que a Espanha não fosse sede da final da Copa do Mundo, mas a decisão é da FIFA. Todo o respeito a todos. Vamos fazer a melhor Copa do Mundo da história”, concluiu.
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