Publicado 17/02/2026 16:05

Oito candidatos a conquistar uma taça que batizará o Roig Arena

Montagem com os cruzamentos da Copa do Rei 2026 de basquetebol, que será disputada em Valência, de 19 a 22 de fevereiro.
EUROPA PRESS

BARCELONA 17 fev. (EUROPA PRESS) - A Copa do Rei de basquete chega em sua edição de 2026 para inaugurar como sede de um grande torneio a majestosa Roig Arena, que de 19 a 22 de fevereiro assumirá o lugar da La Fonteta como segunda sede da copa (foi em 2003) em Valência e o fará com oito equipes classificadas que chegam à capital do Turia dispostas a encadear três bons jogos e vitórias para levantar uma Copa que o Unicaja defende, que enfrentará logo de cara sua última vítima. 1. O REAL MADRID, SEMPRE FAVORITO. Sem dúvida, a equipe de Sergio Scariolo é a grande favorita para ganhar a Copa. Foi a primeira classificada, continua líder da Liga Endesa e tem um incentivo claro: vencer o Unicaja na quinta-feira para se vingar da final da última edição, que foi para os malaguenhos. Os brancos vêm de provar esse prato na ACB, ao se enfrentarem no último fim de semana, e querem repetir a dose na Roig Arena. Eles chegam bem, em boa fase e podem chegar ao compromisso sem baixas, atentos como estão à mais que provável recuperação de Theo Maledon e Gabriel Deck. São os “Reis das Copas”, com 29 títulos, e em Valência aspiram a ser o primeiro clube a chegar ao terceiro dígito inicial. Com Scariolo no comando e Mario Hezonja e “Facu” Campazzo como líderes em campo, são os grandes favoritos. 2. O VALÊNCIA BASKET QUER QUEBRAR O ESTEREÓTIPO EM CASA. A maldição do anfitrião persegue as equipes que jogam uma Copa em casa desde 2002, quando o então TAU Cerámica Baskonia venceu na Buesa Arena. E o Valencia quer quebrar esse azar e estrear sua novíssima Roig Arena, que recebe uma primeira final de grande competição, com uma vitória. Eles enfrentam o Asisa Joventut, são claros favoritos para este confronto e grandes candidatos à vitória, tendo em vista sua ótima temporada na Liga Endesa, na qual estão em segundo lugar, e na Euroliga. Eles têm dúvidas, principalmente pela presença de Jean Montero ou Matt Costello, mas os jogadores de Pedro Martínez, que vêm de uma vitória sobre o Andorra (75-107), continuam sendo candidatos a tudo. 3. O BARÇA SE AGARRA AO EFEITO PASCUAL. Após duas temporadas sem títulos, o time 'culer' quer se agarrar ao 'efeito Pascual' para buscar sua 28ª Copa. O técnico de Gavà ganhou três Copas em oito edições e quer mais, embora seu Barça esteja um pouco irregular nas últimas semanas e enfrente um UCAM Murcia que não tem nenhuma pressão e vem em plena sequência positiva. A grande dúvida é o estado físico de Kevin Punter, seu ponta de lança ofensivo, mas com Pascual no banco, este Barça sempre deve ser levado em conta e, além disso, vem de uma vitória esmagadora sobre o BAXI Manresa (97-60) na última rodada da liga. E, como curiosidade, a primeira e última Copa em Valência foi em 2003 e foi vencida pelo time 'culer'. Eles querem mais uma rodada na capital valenciana. 4. UM KOSNER BASKONIA 'DESPISTADO'. O time de Vitoria chegou a outras Copas como candidato ao título, mas este Kosner Baskonia é mais um 'despistado'. Sem pressão, tentará superar o primeiro confronto contra o La Laguna Tenerife e ganhar confiança. No entanto, o técnico italiano Paolo Galbiati tem baixas, como a de última hora de Khalifa Diop, por uma contusão óssea após se lesionar no salto inicial do recente clássico com o Surne Bilbao. Parece um filme satírico, cômico, mas é verdade. Além disso, Rodions Kurucs e Markus Howard são dúvidas até o último momento devido a problemas físicos e, se puderem jogar e dar o máximo, serão fundamentais para os baskonistas, que têm 10 dos 14 jogadores do time principal que não sabem o que é participar de uma Copa del Rey. A novíssima Roig Arena os espera em busca do que seria sua sétima Copa.

5. UCAM MURCIA, SEM PRESSÃO, MAS COM TUDO PARA GANHAR. Os murcianos, liderados por Sito Alonso no banco, estão nas nuvens. Não foram cabeças de chave por pouco, devido à vitória do Baskonia em um duelo adiado, mas agora estão em terceiro lugar na Liga Endesa, depois de vencerem o Barça, precisamente seu primeiro rival em Valência, o Río Breogán e o San Pablo Burgos. Chegam ao encontro sem Kaiser Gates — lesionado de longa duração —, com Sander Raieste em repouso, mas com o resto em plena forma, incluindo o base David DeJulius, com uma média de 15,2 pontos na ACB. 6. UNICAJA, O ATUAL CAMPEÃO COM UM CAMINHO DIFÍCIL A PERCORRER. É estranho ver o Unicaja como time não cabeça de chave, e isso fez com que o atual campeão da Copa tivesse que enfrentar, por obra do destino e do sorteio das quartas de final, o Real Madrid. É uma reedição da final de 2025 em Las Palmas de Gran Canaria, quando os andaluzes venceram por 93-79 em uma final histórica para eles. Eles querem repetir, esquecer a derrota no confronto direto da última rodada da Liga Endesa e voltar a acreditar em si mesmos para ganhar o que seria sua terceira Copa nas últimas quatro edições. 7. O DESEJO PENDENTE DO “VELHO” TENERIFE. Precisamente, a primeira vitória deste recente grande Unicaja foi em 2023, em Badalona, contra o CB Canarias, agora La Laguna Tenerife, que volta a recorrer à sua experiência — com os 42 anos de Marcelinho Huertas ou os 36 de Giorgi Shermadini ou Tim Abromaitis — para reviver aquele “velho” sonho de Badalona e surpreender em Valência. Na Copa, em três confrontos, ser experiente pode significar tudo, e os de Txus Vidorreta — outro que não se intimida e que já viveu de tudo — chegam após vencer o Río Breogán e levar três dos últimos quatro confrontos, incluindo vitórias contra o Barça e o Baskonia, outras duas equipes presentes na Roig Arena.

8. ASISA JOVENTUT, NOVO NOME PARA OS “RICKY BOYS”. A “Penya” chega com um novo nome, Asisa Joventut, e velhos roqueiros como Ante Tomic, Adam Hanga (já recuperado de sua última lesão) para dançar junto com os “jovens”, ao seu lado, como Ludde Hakanson ou Cameron Hunt, que seguirão o ritmo marcado por Ricky Rubio, que aos 35 anos e após sua aposentadoria parcial retorna a uma Copa disposto a assinar um triplo “last dance” sob o comando de Dani Miret, que tem em Miguel Allen sua grande dúvida quanto à sua participação ou não no evento. Nada a perder para o Joventut, que estreia contra um anfitrião que venceu recentemente, a 8 de fevereiro, no Olímpic de Badalona (90-87), antes de também vencer em Saragoça.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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