Eric Alonso / DPPI / AFP7 / Europa Press
MADRID 6 mar. (EUROPA PRESS) -
O chefe de equipe e diretor técnico da escuderia Aston Martin de F1, Adrian Newey, admitiu nesta sexta-feira que “não” teriam chegado a um acordo com a Honda se soubessem dos problemas na fábrica da marca japonesa, já que em novembro ele visitou Tóquio e percebeu que “muitos trabalhadores da equipe original não voltariam mais”.
“Tivemos um novo problema na comunicação interna da bateria com seu sistema de gerenciamento. Mas o problema mais importante é o das vibrações. Estamos com poucas baterias, só temos duas, as duas que estão nos carros. Se perdermos uma, obviamente será um grande problema. Por isso, temos de ter muito cuidado”, revelou o engenheiro numa conferência de imprensa em Albert Park, onde se disputa o GP da Austrália, a primeira prova do Mundial. Além disso, confessou que a equipa se apercebeu “em novembro” dos problemas na fábrica da Honda, fabricante dos motores da Aston Martin. “Quando Lawrence (Stroll), Andy Cowell e eu fomos a Tóquio para discutir rumores que sugeriam que a potência original que eles tinham não seria alcançada, e a partir disso surgiu o fato de que muitos dos trabalhadores originais não voltariam”, relatou, insistindo que “não” teriam assinado com a marca japonesa se soubessem disso.
Durante sua aparição na mídia, Newey reconheceu que se sente “impotente” com essa situação e que todos esses problemas no início do Mundial estão “esgotando toda a energia” da estrutura, que definiu como “prioridade” acabar com essas vibrações do motor.
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