Publicado 17/02/2026 16:21

María Costa, sobre Ana Alonso: "Na pista somos rivais, por mais que sejamos amigas fora dela".

María Costa, nos Jogos Olímpicos da Juventude de Inverno de 2020.
FEDME

MADRID 17 fev. (EUROPA PRESS) - A espanhola María Costa incluiu nesta terça-feira sua compatriota Ana Alonso entre suas adversárias “na pista” para os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina d'Ampezzo 2026, “por mais que sejam” amigas em todas as competições de esqui de montanha.

“Entre as mulheres, acredito que a maior rival seja Emily Harrop, que vem ganhando várias Copas do Mundo; Marianne Faton, da Suíça, também está muito forte nesta temporada; Margot Ravinel, que é uma jovem da minha idade que também esteve em Lausanne”, referiu-se Costa, durante uma coletiva de imprensa, aos Jogos Olímpicos da Juventude de Inverno de 2020.

“E, obviamente, Ana, que dentro da pista somos rivais, por mais que fora da pista sejamos amigas. Dentro da pista, ela é uma rival e com certeza também vai dar trabalho”, disse a esquiadora de Santpedor sobre a competidora de Granada.

Por outro lado, Costa analisou sua competição nestes Jogos Olímpicos. “Embora tenhamos tido a oportunidade no ano passado de fazer o teste olímpico, no ano passado fizemos mais uma rodada. Portanto, nunca fizemos três rodadas nesse formato de começar diretamente com as quartas de final e ter tanto descanso em três rodadas, então pode haver surpresas”, alertou.

“No dia da corrida, parece que o tempo não vai estar muito bom, na verdade. Mas tudo bem, estamos acostumadas a competir em dias de neve, dias de chuva, com sol, com vento, etc. Então, não acho que isso vá nos afetar muito. Esperamos que o tempo aguente o máximo, mas tudo bem, vamos sair igualmente concentradas”, afirmou.

Em seguida, ela falou sobre suas referências quando era mais jovem. “Lembro-me muito de Clàudia Galicia. No final das contas, não a convivi tão de perto, mas gosto que minhas referências sejam pessoas próximas, que eu possa conhecer de perto, porque, no final das contas, referências que não conhecemos... bem, não conhecemos mais da metade das que vêm. Então, ter referências assim dentro da equipe, para mim, acho que é importante”, comentou. Além disso, ela foi questionada sobre sua preparação. “O importante era soltar um pouco as pernas depois da viagem e encontrar boas sensações. Amanhã vamos nos esforçar um pouco mais para fazer a ativação e aí vamos ver como estamos. Quanto à preparação, este ano estávamos de olho na primeira Copa do Mundo”, explicou. “Era lá que tínhamos que ter um bom desempenho e onde tínhamos que nos esforçar mais para conseguir essa vaga, porque poderia ser o fim do sonho olímpico. E, uma vez conquistada a vaga, era só tentar chegar o mais preparados possível para o grande evento”, concluiu Costa.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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