Publicado 26/06/2026 23:48

Marcos Llorente: “É preciso corrigir algumas coisas, mas esses jogos também precisam ser vencidos”

26 de junho de 2026, México, Guadalajara: Maximiliano Araujo (C), do Uruguai, disputa a bola com Marcos Llorente (E) e Rodri, da Espanha, durante a partida do Grupo H da Copa do Mundo da FIFA 2026 entre Uruguai e Espanha, no Estádio de Guadalajara. Foto:
Heuler Andrey/ZUMA Press Wire/dp / DPA

MADRID 27 jun. (EUROPA PRESS) -

O zagueiro da seleção espanhola Marcos Llorente não escondeu que eles precisam “corrigir algumas coisas” após a vitória apertada por 0 a 1 sobre o Uruguai, que garantiu à equipe o primeiro lugar do Grupo H da Copa do Mundo dos Estados Unidos, México e Canadá, mas também deixou claro que esse tipo de partida tão disputada “também precisa ser vencida”.

“O objetivo era passar em primeiro lugar pelo grupo, e conseguimos. É claro que há coisas a corrigir, mas a partida de hoje foi muito difícil, pelo que estava em jogo para eles, e acho que a equipe soube se manter firme. Essas partidas também precisam ser vencidas. É preciso ter confiança, todos juntos, e acredito que esse grupo de jogadores pode chegar longe”, destacou Llorente na zona mista após a partida.

Sobre o 0 a 1, em que foi protagonista ao dar o cruzamento que Álex Baena finalizou após uma jogada com “muitos rebotes”. “Mikel (Merino) se jogou no chão, a bola quicou nele, eu a empurrei um pouco e, como sabia que ela ia cair com muita força, pulei. Levantei a cabeça, não vi ninguém e mandei para trás, pensando que alguém chegaria. Por sorte, acabou entrando”, ressaltou.

O madrilenho acredita que a intensidade e a dureza vistas em alguns momentos da partida “fazem parte do futebol”. “O Uruguai, por si só, já é um time muito agressivo, muito intenso; além disso, considerando como estavam jogando e o fato de estarem perdendo no final da partida, isso faz parte do futebol — o nível de tensão é muito alto. É compreensível, são coisas do futebol, sempre aconteceram e sempre vão acontecer”, comentou.

O jogador do Atlético de Madrid deixou claro que não faz parte de sua “filosofia” não entrar com a perna nessas jogadas por medo de uma lesão. “Eu sempre vou com tudo, a cem por cento, principalmente porque, no fim das contas, jogar com pouca intensidade acaba sendo pior”, afirmou.

A Espanha conseguiu jogar com mais fluidez no segundo tempo “porque eles marcaram um a um, e chega um momento em que você não aguenta mais, porque cansa muito e é muito exigente”. “Cucurella e eu tínhamos um adversário colado o tempo todo e, toda vez que o zagueiro central nos passava a bola, só podíamos recuar e, às vezes, nem isso. E quando um time joga assim contra você, fica muito complicado, e isso exige muito fisicamente, o que vai diminuindo com o passar dos minutos da partida”, destacou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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