Irina R. Hipolito / AFP7 / Europa Press - Arquivo
MADRID 24 mar. (EUROPA PRESS) -
Mais de uma centena de pessoas se reuniu nesta terça-feira em frente à Movistar Arena para denunciar “o genocídio de Israel” e defender “a luta do povo palestino”, antes do jogo entre o Real Madrid e o Hapoel Tel Aviv, válido pela 33ª rodada da fase regular da Euroliga.
Assim como no último dia 8 de janeiro, devido à visita do Maccabi na 21ª rodada, e novamente sob o lema “Por ser genocida, fora Israel do basquete”, esse grupo de mais de cem pessoas se reuniu na Praça Salvador Dalí com bandeiras da Palestina e da facção madrilenha da campanha Boicote, Desinvestimento e Sanções a Israel (Movimento BDS).
Nesta ocasião, um grupo de manifestantes realizou uma “performance” por mais de uma hora e o restante entoou, entre outras, consignas como: “Viva a luta do povo palestino”, “Não se brinca com o genocida”, “Não se brinca com o genocida”, “Para o tribunal penal, Netanyahu criminoso”, “Onde estão, não se veem as sanções a Israel”, “do rio ao mar, a Palestina vencerá” e “não é uma guerra, é um genocídio”.
Tudo isso sob rigorosas medidas policiais nas imediações do pavilhão, com os manifestantes a 100 metros das grades que os separavam do recinto. Esse dispositivo incluiu cercas ao redor do recinto e bloqueios de trânsito nas ruas próximas e também nos acessos ao estacionamento, com presença dos Bombeiros e do Samur-Proteção Civil.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático