Oscar J. Barroso / AFP7 / Europa Press
MADRID 20 set. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF), Rafael Louzán, confirmou neste domingo que a partida amistosa prevista entre as seleções Sub-20 da Espanha e do México, na quarta-feira, 30 de setembro, no Estádio Municipal Alfonso Murube, em Ceuta, não poderá ser disputado nesse local porque a polícia “desaconselha” a realização, e revelou que provavelmente será realizado em Madri.
“Nós tentamos, mas a polícia nos desaconselha a realizar o jogo neste momento. Mas vamos seguir em frente, porque queremos estar ao lado de Ceuta”, afirmou em Málaga, para onde chegou a exposição itinerante ‘Reyes del Mundo’, promovida pela RFEF para que os torcedores da seleção espanhola possam ver o troféu da Copa do Mundo.
O presidente da federação afirmou que tentarão organizar outro jogo na cidade autônoma quando as condições forem mais favoráveis. “Não vamos poder realizá-lo, mas continuaremos ao lado de Ceuta, com o foco em suas famílias. Realizar um jogo lá é uma forma de retribuir a gratidão que eles nos demonstraram”, explicou. Além disso, ele revelou que a partida “provavelmente será na capital da Espanha”, confirmando que estão sendo considerados “dois ou três estádios”.
Por outro lado, Louzán minimizou as declarações do presidente da Federação Marroquina de Futebol, que afirmou que a final da Copa do Mundo de 2030 será realizada em Casablanca. “Ele é ministro do Orçamento do Governo de Marrocos, mas agora é candidato à presidência do Governo de Marrocos e, portanto, é preciso contextualizar isso. Há um certo desvio da atenção em relação ao foco, que está voltado para Ceuta. Não dou mais importância a isso”, afirmou.
“A Espanha, neste momento, é bicampeã mundial. Temos 55% do peso deste Mundial. Este Mundial nasce na Península Ibérica, entre a Espanha e Portugal, e, portanto, não faltam argumentos neste momento para afirmar que a Espanha deve ser a organizadora da grande final. Na época, talvez, essa questão devesse ter sido resolvida de vez. Não foi resolvida; não há dúvida alguma, mas deve caber à FIFA dar a palavra final para que a Espanha seja o local e o destino para disputar essa grande final”, continuou.
Por fim, ele falou sobre a próxima renovação do contrato do técnico Luis de la Fuente. “Estamos acertando os últimos detalhes para que, na próxima segunda-feira, possamos renovar o contrato e trabalhar com tranquilidade. Eu valorizo muito duas coisas fundamentais: estabilidade e confiança. Esse técnico merece isso porque conquistou essa confiança. Vicente del Bosque e os demais tiveram um papel enorme, mas ele é o técnico mais condecorado da história do futebol espanhol. Ele tinha contrato até 2028, mas vamos trabalhar, estamos finalizando os detalhes, para levá-lo além da Copa do Mundo de 2030”, concluiu.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático