MADRID 21 abr. (EUROPA PRESS) -
O tenista italiano Jannik Sinner comentou nesta terça-feira que é “difícil” para o Mutua Madrid Open não contar com Carlos Alcaraz em duas edições consecutivas, um adversário contra o qual, nos torneios em que se enfrentam, ele sempre tem em mente “jogar a final” contra ele, embora tenha reconhecido que o caminho para o título é “muito longo”.
“É difícil para o torneio não ter o Alcaraz por dois anos seguidos, e para ele também não ter o Novak (Djokovic). Compartilhamos muitos torneios desde o ano passado. Na minha cabeça, nos torneios, sei que quero jogar contra o Carlos na final. O caminho até a final é muito longo e na final tudo pode acontecer. Mas, ao mesmo tempo, também vou levando um dia de cada vez, porque há desafios difíceis pela frente”, confessou o tenista italiano à imprensa na véspera de sua estreia no Mutua Madrid Open.
Sinner destacou que, em seu encontro com Alcaraz na cerimônia do Prêmio Laureus, não falou sobre a lesão dele. “É algo muito particular. Espero que ele possa voltar o mais rápido possível. É uma pena não tê-lo aqui, e também não ter o Novak, porque são duas grandes estrelas do tênis. Espero que seja um bom torneio, mas não vê-los é estranho”, observou.
Quanto ao público espanhol, o tenista de San Candido disse que as pessoas e os torcedores são “muito apaixonados” em Madri e que acredita que isso é “importante para os jogadores”. “Quando vemos uma boa conexão com o público, jogar se torna muito especial. Acho que tenho um bom relacionamento com o público da Espanha e também com o Carlos (Alcaraz). Temos uma boa amizade. Estou muito ansioso para entrar em quadra”, destacou.
O italiano também falou sobre as condições especiais do Mutua Madrid Open: “É um estilo de jogo único. Fica a uma altitude elevada e às vezes pode fazer frio, então é muito difícil jogar. Mas acho que todos os tipos de condições podem me ajudar a melhorar como jogador. Madri é um dos torneios mais desafiadores. Vamos ver, porque nunca ganhei aqui”.
Por outro lado, ele dissipou qualquer tipo de dúvida em relação à sua condição física e destacou que se sente “muito bem”. “Agora estamos tentando nos preparar para o torneio. Vamos ver como me sinto, porque o plano é jogar e tentar dar o meu melhor. Estamos levando um dia de cada vez, mas na minha cabeça o mais importante é Roland Garros, por isso tentamos dar o máximo e estar na melhor forma possível”, admitiu.
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