Publicado 27/07/2026 07:36

Infantino aconselha os críticos a “refletirem” e elogia a Copa do Mundo: “O futebol é maior do que o ódio”

19 de julho de 2026, EUA, East Rutherford: O presidente da FIFA, Gianni Infantino, chega para a final da Copa do Mundo da FIFA de 2026, entre Espanha e Argentina, no Estádio de Nova York-Nova Jersey (MetLife Stadium). Foto: Bradley Collyer/PA Wire/dpa
Bradley Collyer/PA Wire/dpa

MADRID 27 jul. (EUROPA PRESS) -

O presidente da FIFA, Gianni Infantino, evitou as críticas dirigidas à entidade máxima por causa da organização da recente Copa do Mundo nos Estados Unidos, México e Canadá, que terminou no último dia 19 de julho com a vitória da Espanha, e respondeu que o futebol é “maior do que o ódio” propagado por seus detratores.

Em uma longa postagem em sua conta pessoal no Instagram, Gianni Infantino afirmou que a Copa do Mundo foi “o evento mais marcante” e “celebrou o melhor da humanidade”.

Além disso, Infantino sugeriu aos críticos que “reservassem um momento para refletir, meditar, rezar ou assistir a uma partida de futebol”. “Nosso mundo precisa de amor, não de ódio; de tolerância, não de divisão; de celebração, não de luto”, acrescentou o presidente da FIFA, que destacou o clima pacífico que reinou nas 16 sedes e os bilhões de torcedores que acompanharam o torneio.

“Lamento que os jogos já tenham acabado e lamento que vocês tenham perdido toda essa alegria e esse espírito de união. Lamento que vocês estivessem tão consumidos pelo ódio e pelas críticas a ponto de perderem tudo isso”, retrucou Infantino aos críticos.

Da mesma forma, o máximo responsável pelo futebol mundial afirmou que, enquanto os críticos espalhavam o “ódio”, a FIFA trabalhava “incansavelmente para unir países em guerra”. “O Irã entrou nos Estados Unidos sem incidentes nem conflitos”, indicou ele, sem mencionar as críticas da seleção iraniana às restrições de visto impostas pelas autoridades americanas nem a proibição de entrada do árbitro somali designado para a Copa do Mundo, Omar Artan.

Infantino também evitou se pronunciar sobre as críticas à arbitragem e às questões disciplinares, que culminaram na anulação da expulsão do jogador norte-americano Folarin Balogun após a intervenção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Nesse sentido, ele considerou “curioso” que as críticas viessem de países onde práticas semelhantes são “comuns e amplamente aceitas”. “O futebol é sinônimo de união, não de divisão. O futebol é maior do que o ódio e a discriminação. Sinto-me incrivelmente orgulhoso por ter dado minha contribuição”, concluiu.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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