Publicado 30/03/2026 11:00

Gonzalo García: "Quando me aposentar, quero ter no meu museu uma Liga dos Campeões com o Real Madrid e uma Copa do Mundo com a Espan

Gonzalo Garcia, do Real Madrid CF, observa durante a partida de futebol da Liga Espanhola, LaLiga EA Sports, disputada entre o Real Madrid e o Getafe CF no Estádio Bernabéu, em 2 de março de 2026, em Madri, Espanha.
Oscar J. Barroso / AFP7 / Europa Press

MADRID 30 mar. (EUROPA PRESS) -

O atacante da seleção espanhola Sub-21, Gonzalo García, comentou nesta segunda-feira que, quando encerrar a carreira, gostaria de ter em seu museu particular “uma Liga dos Campeões com o Real Madrid” e “um Mundial com a Espanha”, mas que, atualmente, é “um orgulho” poder vestir a camisa da Sub-21 e que está animado com a possibilidade de disputar os Jogos Olímpicos.

“Considero-me uma pessoa com muita ambição e sou jovem e, assim como todos os jovens, sempre se sonha com o maior. Quando me aposentar, quero no meu museu uma Liga dos Campeões com o Madrid, um Campeonato Espanhol, um Mundial com a Espanha. Sonho em representar este país tanto em Copas do Mundo quanto na Eurocopa ou em diferentes torneios”, afirmou o atacante da seleção espanhola Sub-21 em entrevista concedida à imprensa da Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF).

Gonzalo confessou que é “um orgulho” representar a seleção sub-21 e que sempre tentará “dar o máximo” e “ajudar a equipe” com o que faz de melhor, que é “marcar gols”. “Ficaria muito feliz em poder disputar os Jogos Olímpicos e, para isso, temos que fazer um ótimo Euro no ano que vem e, antes de tudo, conseguir a classificação”, lembrou.

O atacante do Real Madrid, que por motivos familiares teve que jogar nas categorias de base na Argentina, em Madri e em Maiorca, vê essa circunstância como uma de suas “maiores virtudes”: ter podido ter “a experiência” de viver em diferentes lugares do mundo e conhecer “muitas pessoas novas” e, acima de tudo, poder jogar futebol em “diferentes lugares e com diferentes times, amigos e companheiros”.

Quanto às experiências vividas, como a Copa do Mundo de Clubes com o Real Madrid, ele as considera “uma grande sorte”. “A gente tenta valorizar isso, mas como acontece em um período de tempo muito curto, às vezes impressiona, e até é difícil de lidar. Mas tenho muita sorte de estar muito bem cercado e de ter uma família e amigos incríveis que fazem com que tudo seja mais fácil e que eu continue sendo o mesmo garoto de sempre”, destacou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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