Publicado 12/02/2026 09:03

Gianni Infantino: “Parabenizo Ceferin, Al-Khelaifi e Florentino Pérez por terem chegado a esse acordo.”

Archivo - Arquivo - 21 de novembro de 2022, Catar, Doha: O presidente da UEFA, Aleksander Ceferin (à esquerda), ao lado do presidente da FIFA, Gianni Infantino, antes do início da partida do Grupo B da Copa do Mundo da FIFA Catar 2022 entre Inglaterra e I
Robert Michael/dpa - Arquivo

MADRID 12 fev. (EUROPA PRESS) -

O presidente da FIFA, Gianni Infantino, felicitou nesta quinta-feira seu homólogo na UEFA, Aleksander Ceferin; o presidente do PSG e da European Football Clubs (EFC), Nasser Al-Khelaifi; e o presidente do Real Madrid, Florentino Pérez, pelo acordo alcançado para pôr fim às disputas legais pela Superliga, apelando para o caminho da “unidade”.

“O último ponto que quero mencionar é a unidade. Ontem ouvimos a grande notícia sobre o acordo entre a UEFA, a EFC e o Real Madrid. E quero parabenizar Aleksander, Nasser e Florentino por terem chegado a este acordo, porque o futebol ganha quando nos unimos”, disse Infantino durante o 50º Congresso Ordinário da UEFA, realizado em Bruxelas (Bélgica).

Nesta quarta-feira, a UEFA, a EFC e o Real Madrid chegaram a um acordo de princípios “pelo bem do futebol europeu de clubes” que permitirá resolver as “disputas legais” existentes entre as partes pelo projeto da Superliga.

Infantino mostrou sua sensação de que “infelizmente no futebol” tendemos a nos concentrar “demais nos pontos negativos, na agressividade”. “Todos sabemos que vivemos em um mundo dividido, em um mundo agressivo e que há coisas sobre as quais não concordamos, mas também acredito que há muitas coisas nas quais concordamos, e uma delas é o futebol”, defendeu.

“Este ano é o ano da Copa do Mundo, que terá que ser e será um símbolo de unidade, de paz, de solidariedade, de reunir todos em uma atmosfera pacífica e alegre. Demoramos muito para lembrar que, na verdade, deveríamos estar felizes, que somos privilegiados, que temos a responsabilidade de cuidar do que há de mais bonito. Nossa responsabilidade é proporcionar 90 minutos em que possam esquecer seus problemas”, afirmou. O dirigente garantiu que a Copa do Mundo “será uma festa, unirá o mundo em paz, em felicidade”. “É fundamental criar e fazer parte dessa unidade, dessa solidariedade e reunir culturas de todo o mundo em uma atmosfera pacífica e alegre. Trabalharemos juntos, muito duro, para que isso aconteça”, pediu. Além disso, apostou por uma maior presença feminina nos cargos de decisão das grandes entidades. “Precisamos de mais mulheres em posições importantes no futebol. Sou pai, pai orgulhoso, devo dizer, de quatro filhas. Precisamos criar oportunidades de trabalho para todas as mulheres. Devemos apoiar, é claro, mais mulheres em cargos no futebol”, destacou. “E também mais treinadoras. Esse é outro debate que teremos que ter em algum momento, porque vimos que há excelentes treinadoras, vimos isso na última Eurocopa. O futebol feminino é saudável e vai crescer no próximo ano”, concluiu.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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