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MADRID 20 fev. (EUROPA PRESS) -
O piloto monegasco Charles Leclerc (Ferrari) encerrou os testes de pré-temporada da Fórmula 1 no Bahrein como o piloto mais rápido, com um tempo de 1:31.992, superando em quase um segundo a McLaren de Lando Norris e em 1.117 segundos a Red Bull de Max Verstappen, enquanto o espanhol Carlos Sainz (Williams) marcou o décimo melhor tempo (1:34.350) e foi o segundo a completar mais voltas, com 141, muito mais do que as seis completadas pelo Aston Martin de Lance Stroll.
O último dia da pré-temporada de 2026 deixou uma Ferrari assustadora. Leclerc, que completou 132 voltas com seu SF-26, marcou o melhor tempo dos seis dias de testes no circuito de Sakhir (1:31.992), com o qual superou em mais de oito décimos o campeão mundial Lando Norris. O britânico, que rodou durante a tarde, completou 47 voltas e confirmou as boas sensações mostradas pela equipe de Woking durante os testes. Além disso, pela manhã, Oscar Piastri, que terminou em 11º lugar no dia, também rodou normalmente e completou 66 voltas.
Mercedes e Red Bull também demonstraram que estarão na luta pela vitória na Austrália, daqui a duas semanas. O tetracampeão mundial Max Verstappen terminou em terceiro lugar no dia com um tempo de 1:33.109 com o composto C3, superando em menos de um décimo o piloto da Mercedes George Russell, embora o inglês tenha rodado 17 voltas a mais que o holandês. Além disso, Kimi Antonelli, que rodou pela manhã, também terminou entre os 10 primeiros. Pela Espanha, Carlos Sainz esteve presente durante todo o dia, tanto pela manhã quanto à tarde, completando 141 voltas, sendo o segundo piloto com mais voltas, superado apenas pelo Racing Bulls de Arvid Lindblad (165). O madrilenho marcou o décimo melhor tempo com um registro de 1:34.342, embora o mais importante para ele e para a equipe Williams seja que eles conseguiram completar o dia sem contratempos aparentes. Por último, a Aston Martin voltou a viver um dia para esquecer. O canadense Lance Stroll só conseguiu completar seis voltas, nenhuma delas com tempo cronometrado, nas oito horas de teste. Um desempenho muito fraco marcado pelos problemas de confiabilidade do motor Honda, que fizeram com que os japoneses desaconselhassem rodar em qualquer tempo de série por problemas de logística.
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