Oscar J. Barroso / AFP7 / Europa Press
MADRID, 23 ago. (EUROPA PRESS) -
O técnico do Atlético de Madrid, Diego Pablo Simeone, cansou-se das perguntas sobre Julián Álvarez e explicou que sua saída sozinho do gramado do Riyadh Air Metropolitano foi uma “decisão do clube”, após o empate em 2 a 2 contra o Villarreal.
“O pessoal do clube me disse que o clube decidiu que ele não se aproximasse dos companheiros para cumprimentar a torcida, e que a decisão não foi de Julián Álvarez, mas do clube, de isolá-lo para que ele fosse para o vestiário”, explicou em entrevista coletiva.
O técnico comentou a última das imagens que marcaram o retorno do seu atacante ao clube, depois que, neste verão, ele manifestou o desejo de deixar o clube. Julián, que entrou no segundo tempo, foi vaiado por grande parte da torcida, além de ter sido alvo de gritos contrários. “Não estou aqui para dar conselhos, tenho que me concentrar no meu trabalho, que é, do ponto de vista esportivo, dar o meu melhor pelo Atlético”, disse ele.
“Se o Atlético de Madrid quer conquistar algum título, precisamos estar unidos, precisamos ter atacantes e precisamos ter atacantes importantes. E, para isso, todos precisamos trabalhar de acordo com esse objetivo. Nós temos isso e precisamos cuidar disso”, acrescentou.
“Não vou responder a todas as perguntas sobre o Julián, se vocês quiserem me perguntar algo sobre a partida. Entendo sua preocupação em gerar comentários, mas acho que já falamos bastante sobre ele”, encerrou o assunto, diante da insistência dos jornalistas.
Quanto ao jogo, o ‘Cholo’ também não quis falar sobre os dois pênaltis sofridos e a expulsão de Robin Le Normand. “A equipe controlou a partida o tempo todo, mostrou uma face importante como time, defensivamente, apesar das defesas importantes de Oblak, contra os melhores times de contra-ataque da Liga”, afirmou.
“Tivemos chances também. No segundo tempo, fomos melhorando com as substituições. Assumimos a liderança. Não vou me deter nos pênaltis, porque não adianta nada. Não administramos bem esses momentos e tivemos que fazer um esforço incrível. Os jogadores que chegaram mais tarde estão em um ritmo de recuperação diferente. O que o Giuliano fez foi incrível, o Pubill, o Grimaldo... Gosto da equipe que temos e, se conseguirmos estar todos juntos, talvez Deus nos dê um título”, acrescentou.
Por fim, Simeone foi questionado sobre as possíveis contratações na última semana da janela de transferências. “Estou feliz no Atlético, ficaria feliz com o que me derem. Sou grato ao povo, ao clube. O que me derem, vou fazer valer”, concluiu, lamentando ter que colocar Ademola Lookman em funções às quais ele não está acostumado.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático