Publicado 04/06/2025 07:56

Dani Vivian: "A França é defendida com solidariedade".

Daniel Vivian, da Espanha, posa para retrato após uma entrevista para a Europa Press durante a convocação da Equipe da Espanha para os jogos da Final Four da Liga das Nações da UEFA na Ciudad del Futbol em 3 de junho de 2025, em Las Rozas, Madri, Espanha.
Irina R. Hipolito / AFP7 / Europa Press

LAS ROZAS (MADRID), 4 (EUROPA PRESS)

O zagueiro da seleção espanhola e do Athletic Club Dani Vivian tem claro que a maneira de defender o potencial ofensivo da França, rival desta quinta-feira na 'Final Four' da Liga das Nações, é com "trabalho em equipe" e "solidariedade", enquanto prefere estacionar qualquer tipo de favoritismo para repetir a vitória no torneio porque "o nível é muito alto" nos quatro semifinalistas.

"A França pode ser parada com um trabalho de equipe defensivo e uma solidariedade defensiva muito forte. Por exemplo, no Athletic, conseguimos fazer isso e foi graças à nossa mentalidade de jogo e ao fato de sabermos que a limpeza e o trabalho defensivo nos darão muito. Aqui também temos isso claro. Somos uma equipe que quer jogar e ser protagonista com a bola, mas sempre com rigor defensivo e com muita ajuda, porque precisamos disso para poder parar gente tão boa", comentou Vivian em entrevista à Europa Press.

O zagueiro ressaltou que, dependendo do adversário, é preciso levar em conta "certos detalhes" ao defender e o que "é preciso fazer" para parar determinados jogadores, mas que, em geral, a ideia de como fazer as coisas "é sempre a mesma".

"Dependendo do jogador que você tem à sua frente, há instruções diferentes, é claro. Mas todos nós nos entendemos muito bem, e veremos o que temos de fazer contra jogadores como Mbappé, Dembélé ou Doué. Também se trata de saber como entender o jogo, dependendo do adversário que você tem à sua frente, saber como pará-lo, mas a ajuda será muito importante", acrescentou ele sobre como parar o potencial ofensivo da França.

Por fim, sobre o favoritismo da Espanha para manter o título da Liga das Nações, Vivian lembrou que nesses torneios é "muito difícil se sentir favorito". "Com as quatro seleções que estão aqui, o nível é muito alto e, em vez de pensar se somos favoritos ou não, o nosso foco é vencer a França. Queremos estar na final, e nossa força e dedicação estão indo nessa direção", concluiu.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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