Publicado 05/02/2026 15:13

Crônica do Dubai BC - Real Madrid: 93-85

Archivo - Arquivo - Walter Samuel Tavares da Veiga, do Real Madrid, protesta durante a fase de grupos da Euroliga da Turkish Airlines 2025/26, na terceira jornada, no jogo disputado entre o Real Madrid e o LDLC ASVEL Villeurbanne, no Movistar Arena, em 9
Dennis Agyeman / AFP7 / Europa Press - Arquivo

O Real Madrid confirma seu novo momento ruim O time madrilenho paga por um mau final do terceiro quarto e perde por 93 a 85 para o Dubai BC, sua terceira derrota consecutiva fora de casa na Euroliga MADRID 5 fev. (EUROPA PRESS) -

O Real Madrid confirmou nesta quinta-feira sua falta de solidez como visitante na fase regular da Euroliga 2025-2026, ao encadear sua terceira derrota consecutiva ao perder para o Dubai BC por 93-85, em uma partida que parecia ter sob controle até um final ruim no terceiro período. Da grande sequência de seis vitórias consecutivas, cinco delas no Movistar Arena, para três reveses consecutivos que alimentam outro momento de dúvidas, que pareciam esquecidas há pouco tempo e que precisam ser urgentemente contidas por Sergio Scariolo, que na próxima semana ainda tem uma quarta viagem, a Belgrado e ao Partizán, para tentar aliviar sua pesada mochila como visitante na máxima competição continental, já com um preocupante 4-10.

E tudo isso depois de uma partida em que o time comandava com certa tranquilidade no terceiro quarto, até que os locais encontraram seu momento e fizeram o time madrilenho pagar caro pela fragilidade de sua rotação para assumir o comando e não mais soltá-lo. Os triplos, apesar de boas sequências, foram novamente um peso (9/35), assim como uma defesa que sofreu 56 pontos após o intervalo, e apenas Walter Tavares (17 pontos e 9 rebotes) e Facundo Campazzo (24) estiveram à altura. Dzanan Musa castigou seus ex-companheiros (20).

O Real Madrid começou travado e sem pontaria na Coca-Cola Arena. Os triplos, como em Atenas, continuavam sem entrar, com destaque para Campazzo, que arrastou sua noite ruim nessa faceta no OAKA com um fraco 1/5. Os locais jogavam com força física na defesa, especialmente com Dangubic sobre Hezonja, e o time madridista não encontrava fluidez nem ritmo, mas seu domínio nos rebotes, principalmente nos ofensivos, e a pouca precisão no ataque também do seu rival permitiam que ele comandasse o placar.

Musa já aplicava a lei do ex e, com oito pontos, liderava o Dubai BC, mas os onze pontos totais do placar da equipe de Dubai ao final dos primeiros dez minutos davam uma boa vantagem aos visitantes, que com uma grande cesta de Abalde no apito final e outra de Lyles no início do segundo período se distanciavam (11-21).

Mas as rotações em ambos os lados favoreceram os de Jurica Golemac, que encontraram em Petrusev (9) e Avramovic (10) a forma de voltar ao jogo. O Real Madrid sentiu falta de Tavares na área restrita e a segunda cesta de três pontos do armador sérvio fechou um parcial difícil de 22-8 e a virada no placar (32-29).

Scariolo colocou seus titulares de volta em quadra e, com Campazzo, Tavares, Hezonja e Okeke, o roteiro da partida voltou a ser madridista, em grande parte graças ao aparecimento da pontaria. Três triplos consecutivos, dois do ala croata e um do armador argentino, devolveram a iniciativa (32-38) e um "3+1" de Campazzo colocou o onze vezes campeão europeu à frente no intervalo (37-44). O DUBAI ENTRA EM TRANSE NO ATAQUE

O Real Madrid começou bem o segundo tempo, mantendo a precisão nos triplos que vinha demonstrando no segundo quarto. Os triplos de Hezonja, Campazzo e Okeke permitiram ao time manter uma vantagem de mais de dez pontos, mas o Dubai BC, com Bacon crescendo desde antes do intervalo, conseguiu reagir e puniu alguns ataques ruins dos visitantes para não se distanciar muito.

Scariolo teve que fazer uma alteração devido à terceira falta de Tavares, que estava causando estragos no ataque, e desta vez optou por Len, que havia jogado muito bem em Atenas, em vez de Garuba, mas o ucraniano, apesar de uma jogada inicial promissora, foi logo para o banco com três faltas: uma antidesportiva, uma no ataque e outra que resultou em um '2+1' de Wright IV.

O pivô mostrou que as rotações não estavam funcionando e o Dubai BC, liderado por Caboclo, entrou em transe ofensivo e, nos últimos 2:30, marcou 17-4 para passar à frente nos dez minutos finais (69-68). O Real Madrid ficou abalado, não se recuperou e foi obrigado, pela primeira vez em todo o jogo, a remar contra o relógio e com as sensações contra si, transformadas em perdas desnecessárias.

O time madrilenho havia perdido a fluidez ofensiva, com outra sequência ruim de arremessos de três pontos e Hezonja tomando decisões erradas, e sofria na defesa. Um arremesso de três pontos de Musa, que assumiu a responsabilidade pelo seu time no final, fez soar o alarme (81-73) com 3:43 para jogar. Outro arremesso de três pontos de Wright encerrou (88-81) a tentativa desesperada de recuperação dos visitantes. FICHA TÉCNICA. --RESULTADO: DUBAI BC, 93 - REAL MADRID, 85 (37-44, no intervalo). --EQUIPES.

DUBAI BC: Wright (16), Musa (20), Dangubic (-), Bacon (15) e Kabengele (-) --quinteto inicial-- Avramovic (10), Petrusev (16), Anderson (5) e Caboclo (11).

REAL MADRID: Campazzo (24), Abalde (7), Hezonja (11), Okeke (5) e Tavares (17) --quinteto inicial--; Lyles (8), Garuba (4), Feliz (4), Llull (2), Len (2), Kramer (1) e Procida (-). --PARCIAIS: 11-19, 26-25, 32-24 e 24-17.

--ÁRBITROS: Hordov, Pastusiak e Racys. --PABELÃO: Coca-Cola Arena.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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